28.8.19

AMAZÓNIA: INDIOS PRENDEM ONGs A INCENDIAR FLORESTAS

Seria de esperar a esquerda brasileira, ressabiada, tentar denegrir Bolsonaro com os incêndios na Amazónia. 
O que foi espanto todo o mundo, creio eu, foi a inacreditável e suicida posição de Macron, querendo arrogar-se paladino da defesa de um território que pertence a um outro país soberano.
Há quem fale em oportunismo político de Macron, para conquistar votos dos verdes na França.
Se é, foi muito mal calculado, porque não teve em conta os danos colaterais, pela vergonha que a França passou ao intrometer-se nos assuntos de um país soberano, não recolhendo apoio no G7, e , pior, obrigando outros países demonstrar apoio a Bolsonaro e ao Brasil, casos dos EUA, Grâ Bretanha, e Israel e.....Merkel, como iremos comprovar noutro post.
Há (havia?) 350 ONGs na Amazónia..exato 350, vivendo de doações de países estrangeiros (Alemanha, Noruega...) e dos governos Lula e Dilma.
Mas os indígenas denunciaram perseguições e usurpação de terras e direitos por essas ONGs.
Mais: apanharam em flagrante alguns ativistas a incendiar a floresta, prenderam-nos ...e muito provavelmente serão julgados e condenados...mas a séria, nada como em Portugal.
Entretanto, Bolsonaro enviou o exército para controlar os fogos e...a soberania do Brasil sobre a Amazónia, cortando pela raíz as ilusões neo colonialistas de Macron, ONGs .....

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13.8.18

AHED TAMIMI VS SURAYA MENUCHARI

Os dois nomes do título são de mulheres muçulmanas com personalidade e carácter totalmente opostos. Ahed Tamimi, que vive na faixa da Gaza, foi transformada em heroína pelos media ocidentais por ter tido a coragem de dar uma bofetada num soldado israelita.
Obviamente, não teria tido coragem a sério para bater num soldado do Hamas, ou denunciar as festas que o Hamas organiza de casamentos de meninas a partir de OITO anos de idade com garbosos mancebos de mais de vinte anos.
Afinal, estão apenas a copiar MAOMÉ, que "casou" com AISHA de OITO ANOS, depois de a ter violado/estuprado.
Ahed foi presa. Esteve vários meses numa prisão de Israel; depois de libertada, contou em entrevista como era a sua vida na prisão de Israel.
Embora traduzido para inglês, percebe-se bem a qualidade de vida civilizada que lhe deram. Muito melhor do que o modo de vida que os carniceiros do Hamas impõem às pessoas em Gaza.
Como já se adivinhava, os media ocidentais (pelo menos em Portugal...) esconderam esta parte da vida de Ahed. Repetiram até á exaustão a treta da bofetada e da prisão. Mas quando souberam da entrevista, ...nem pensar.....
Dizer a verdade sobre as prisões em Israel? NUNCA!
Interessa manter a campanha NAZI de ódio aos Judeus e a Israel.
A comunicação social Portuguesa é das piores..(ou mesmo a pior) do mundo ocidental.
Redações controladas pelas máfias comunista/nazi, maçónica, LGBT, corrupção, profundamente anti- Direitos Humanos.

SURAYA MENUCHARI: um nome totalmente desconhecido em Portugal. Nada de estranho: as máfias de que falamos controlam mesmo as redações dos media.
SURAYA era uma estudante iraniana de 19 anos, que cumpria as regras da idade da pedra lascada dos Ayatollahs iranianos (tão do agrado dos media  e políticos ocidentais..)
Apesar da burka, foi violada/estuprada.
Fez queixa na polícia e em tribunal.
Mas na SHARIA, a selvagem lei islâmica, a palavra da mulher não tem o mesmo valor e peso da do homem, em qualquer circunstância: família, polícia, tribunal. Para ter o mesmo valor, precisa de ser testemunhada no mesmo sentido por, pelo menos, dois homens.
SURAYA, como era previsível, não conseguiu dois HOMENS, com H, que testemunhassem o crime que ela sofrera.
O tribunal islâmico considerou o ato como "relação extra conjugal" e condenou Suraya à morte por apedrejamento.
Sim, NENHUM MEIO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL RELATOU ESTA DUPLA SELVAJARIA: vítima de estupro/violação, foi condenada à morte à pedrada.( ver depois do vídeo, 3º parágrafo, e a foto abaixo sobre a colocação da vítima e algozes).
E como é o ritual? Pois, a mulher é enterrada até à cintura (para não tentar fugir...), coberta com pano, braços presos (para não se defender) e os carniceiros islâmicos atiram com pedras á cabeça da "condenada" até ela morrer...o que pode demorar horas!´
A SHARIA é aplicada na Europa.
Nas chamadas "NO GO ZONE", ou seja, nas cidades pequenas e bairros onde os muçulmanos dominam, e nem sequer permitem a entrada de bombeiros, polícias, médicos de urgência, etc.
Tudo no mais restrito rigor da sharia dos talibans: afinal, estão na Europa.
Culpa de quem?
Dos/as defensores do islamismo como "religião da paz", das fronteiras abertas para os "refugiados" islâmicos (na Grã Bretanha nem admitem refugiados cristãos, Yazidis, etc...), em suma, dos ateístas doentes mentais -políticos/as jornalistas, agentes da kuultura-- traumatizados, jacobinos, que desprezam profundamente os DIREITOS HUMANOS, para quem tudo é admissível, desde que seja para acabar com os valores do Cristianismo.
Para isso, escondem, censuram e elogiam os carniceiros islâmicos..... 
O papel da UE tem sido execrável: sustentar estes bandalhos ayatollahs, a troco de dinheiro....
Ver Frederica Mogherini, Alta Comissária da UE para as relações internacionais, no "parlamento" dos carniceiros a colocar o hijab na cabeça, gesto de submissão á barbárie, dá repulsa.
Ela, sim, merecia experimentar o apedrejamento, pelo incentivo que dá aos carniceiros.....
Neste aspeto, feministas, progressistas são a pior máfia anti direitos humanos.
 

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15.9.17

A SUPERIORIDADE MORAL DE ISRAEL

Israel é dos Estados do planeta mais insultados e caluniados.
Normalmente, por políticos, jornalistas e intelectuais de esquerda,  ateus de preferência.
Refiro-me ao Ocidente. No mundo islâmico, é ponto obrigatório para a maior parte dos países a aniquilação de Israel e dos judeus: há poucas e honrosas exceções!
É a normal, mais que gasta e contínua estratégia do nacional - socialismo e de Hitler!
O pretexto é a ocupação ou anexação dos "territórios palestinianos"..
Quando a ONU criou Israel como suposto porto seguro das perseguições socialistas dos nazis e dos comunistas soviéticos, na terra que, historicamente, lhes pertencera....(as milhões de provas do governo da região pelo império romano o atestam...) esperava-se que os muçulmanos aceitassem a resolução da ONU.
Porque era da ONU; e porque antes NÃO SE FALAVA EM POVO PALESTINIANO ISLÂMICO, NEM TERRITÓRIOS PALESTINIANOS!
Yasser Arafat, por exemplo, nasceu no Cairo.....na década de 1920!
Quem levou a cabo a guerrilha contra os ingleses, que tinham o mandato para governar aquela região, foram os judeus; nada de muçulmanos!
O ódio neo nazi aos judeus manifesta-se diariamente: os media repetem até à exaustão "Estado Judaico" quando noticiam algo sobre Israel!
Ora, sendo a ÚNICA DEMOCRACIA NO MÉDIO ORIENTE (por mais que custe aos defensores da selvajaria islâmica) Israel tem cidadãos não judeus, especialmente muçulmanos (cerca de um milhão!), com identidade de cidadãos israelitas, incluindo o direito de votar e ser eleito!!!
Poucos países no planeta dariam tais direitos fundamentais a cidadãos de etnias que querem destruir o próprio Estado onde vivem.
E esses eleitos (deputados) no Parlamento Israelita (KNESSET) não se coíbem de insultar o próprio Estado que representam ..obviamente, com a esperada calúnia ""fascista""!
Foi exatamente o que gritou uma deputada muçulmana perante uma multidão...que, é obrigatório realçar, não a violou, nem a chicoteou, nem a matou, nem a esquartejou...apenas repeliu os insultos, e deixou HANIN ZOABI usar a liberdade de expressão!
Já em post anterior demonstrámos o HUMANISMO DO ESTADO DE ISRAEL NA DIVERSIDADE DE ETNIAS NUM HOSPITAL DO ESTADO.
Imaginem em quantos países uma situação destas seria possível: só, evidentemente, naqueles que a esquerda psicopata e traumatizada apelida de capitalistas, fascistas, blá blá blá...

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22.1.13

O Humanismo em Israel

Quando a classe dominante na cultura e nos "media" ( de tendência esquerdóide) fala do Estado de Israel, normalmente, destila ódio  (neo-nazismo do séc XXI).
Fruto das frustrações e raivinhas dos autores, têm também como alvo os Estados Unidos da América; ou melhor, servem-se de Israel para atingir os USA.
Tudo porque se criaram e desenvolveram em ambientes "culturais" arcaicos, retrógrados, defensores da barbárie e da selvajaria neo -nazi.
No mesmo hospital judeu, no Norte da Galileia, no mesmo dia, nasceram quatro pares de gémeos:
-dois de casais muçulmanos;
-um de casal árabe cristão;
-outro de casal judeu.
A prova indesmentível da liberdade e qualidade de vida dos árabes muçulmanos no "Estado Judaico"...como os papagaios neo-nazis gostam de chamar, cinicamente, a Israel.

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17.11.10

Stalinismo Neo-Nazi Contra a NATO

Mais de cem grupelhos querem manifestar-se contra a NATO com o slogan:
PAZ SIM, NATO NÃO.
Mas quem são estes "manifestantes"?
Não me refiro àqueles traficantes de droga que já foram apanhados...embora o facto de haver BEs nas manifs possa indiciar uma relação, que pode concluir que as manifs servem para actos de pó e erva.
São indivíduos que defendem as culturas mais retrógradas, cruéis e bárbaras no planeta.
São indivíduos que vivem à custa das sociedades e dos países onde vivem, exploram os impostos dos contribuintes honestos e cumpridores.
São do mesmo tipo que gritavam, covardes e "cucos", "better red than dead" no tempo dos mísseis URSS de médio alcance apontados à Europa Ocidental...mas que usufruíam dos luxos da mesma sociedade ocidental, em detrimento da vida "red".
São ressabiados e frustrados do fim dos campos de concentração URSS e das polícias políticas assassinas do género KGB e STASI.
São amantes da selvajaria islâmica e talibã em especial: desdenham com desprezo das vítimas das chicotadas em público, regadas com àcidos e mortas à pedrada...
Por isso, NUNCA se manifestaram contra os talibãs, mas não querem que a NATO derrote a selvajaria talibã.
São os mesmos que ficaram nos luxos capitalistas de suas casas, calados que nem ratos, durante a visita do Presidente Chinês Hu Jintao...China onde os trabalhadores são explorados de forma desumana.
Mas algum dia se preocuparam, real e concretamente, com os trabalhadores?
São, em suma, aqueles que advogam o fim de Israel e, claro, dos Judeus, em favor da barbárie islâmica....continuando o "trabalho" que os nazis deixaram incompleto.
São escroques que deviam viver no Irão ou na Faixa de Gaza, sob a crueldade islâmica do HAMAS.
São, no fundo, neo -nazis...do séc XXI.
Então, depois deste arrazoado, como chamar a estes ressabiados do stalinismo amantes das chicotadas em público e da matança à pedrada?
Sim: STALINISTAS NEO-NAZIS.

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3.9.10

A Paz no Médio Oriente

Normalmente, o sectarismo doentio da comunicação social tende a culpar Israel e os Judeus de todos os males no conflito Palestina-Israel.
Veja-se o caso da flotilha "humanitária" que há dias foi impedida de aportar em Gaza, e o berreiro mundial sob a batuta de grupelhos de esquerda neo-nazis.
Entretanto, começaram negociações directas entre Israel e a Autoridade Nacional Palestiniana nos USA.
Ao mesmo tempo, 13 - TREZE - grupos islâmicos de Gaza anunciaram e pediram ataques mortíferos contra Israel PARA QUE NÃO HAJA ACORDO DE PAZ!
E já começaram: quatro civis israelitas foram assassinados, entre os quais duas mulheres, sendo uma delas GRÁVIDA!
Onde estão os indignados com a violência no Médio Oriente, manifestantes e "analistas" e "comentadores"?
Com certeza, a digerir a postura neo-nazi anti-judaica do costume.
Todos os palestinianos sabem quem são estes terroristas:
Se não os prendem, é porque fecham os olhos e permitem a matança de civis judeus, para o Exército de Israel responder, e depois carpirem as mágoas das vítimas palestinianas...claro, com a propaganda estilo Goebbels da comunicação social mundial.
Desta vez, a A.N.P. decidiu combater o terrorismo islâmico palestiniano, no fundo, o único caminho que lhes pode permitir um Estado Palestininano Independente e seguro

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9.3.09

Os Palestinianos e a imprensa

No recente conflito de Israel e da Palestina, era raro o dia em que a comunicação social, nomeadamente as televisões, não abria com ataques israelitas a alvos palestinianos. Alguns deles, vieram a revelar-se falsos como se demonstrou aqui.
Nos últimos dias, mais uma vez, os palestinianos atacaram escolas israelitas e a notícia passa despercerbida. As consciências ocidentais permaneceram covardemente caladas. As vozes e os blogues que há tempos vociferavam contra os israelitas assassinos agora calam-se e não organizam manifestações e abaixo-assinados.
Mais desenvolvimentos podem ser lidos via martha colmenares.

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10.2.09

Ainda o "massacre" de uma Escola palestina

aqui se referiu a falsidade de uma notícia posta a circular nos recentes confrontos entre os israelitas e os radicais palestinianos. Hoje é a própria organização das Nações Unidas a confirmá-lo. Depois disto, espera-se:
- que os telejornais abram com este desmentido;
- que Daniel Oliveira e Miguel Portas encabecem uma manifestação de desagravo às autoridades israelitas;

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8.2.09

O "massacre" de Israel a uma escola palestina

Alberto Gonçalves, assertivo como quase sempre, em crónica no DN.

"Em Janeiro passado, o mundo indignou-se com o mortífero ataque das tropas israelitas a uma escola da ONU em Gaza. Agora, após breve investigação de um jornal canadiano, a ONU discretamente admite que a escola nem sequer foi atacada. Nada de novo. Em cada conflito armado entre Israel e os seus amáveis vizinhos, há sempre um punhado de "massacres" que, assente a poeira, se revelam inexistentes. O exercício alimenta a propaganda de organizações terroristas, a busca dos "media" por sangue palestiniano, o próspero anti-semitismo global e, naturalmente, a agenda da ONU, neste particular parte envolvida, ainda que de modo imaginário.Claro que o envolvimento da ONU com os bandos criminosos da região não é apenas ficcional. Para não sairmos de Gaza (salvo seja), é tocante a facilidade com que membros do Hamas circulam pelas instalações das Nações Unidas no território, convertendo-as em arsenais, postos de combate ou, nos momentos de sossego, salas de conferências subordinadas ao tema "A Urgente Extinção de Israel". Fora de Gaza, a essência da ONU exprime-se por exemplo no seu Conselho dos Direitos Humanos, que possui a divertida característica de ser maioritariamente constituído por tiranias e cujo trabalho consiste em produzir "resoluções" contra Israel (cerca de 80% das aprovadas). Ou, também a título de exemplo, no seu presidente da Assembleia Geral, o qual, em observância à emérita tradição do cargo, é actualmente um padre maluco e comunista, que desfila em público a sua amizade pelo presidente do Irão e o seu nojo ao "estado hebraico". A ONU, instituição democrática que integra jurados inimigos da democracia, é isto. Se calhar não seria justo exigir que fosse outra coisa, nem esperar que gente séria a levasse a sério. A máxima é velha: brincar com os porcos suja-nos a todos, mas os porcos gostam."

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14.1.09

Saramago e o Hamas

No conflito Israel-Hamas, não podia faltar a voz imparcial de Saramago. Segundo afirmações transcritas hoje pelo DN, o escritor compara o campo de concentração nazi de Auschwitz à Faixa de Gaza. Realmente há alguma semelhança. Também os nazis exterminaram em câmaras de gaz milhões de judeus. Também a partir de Gaza, os novos nazis do século XXI, os radicais islâmicos, matam indiscriminadamente e pretendem o aniquilamento do Estado de Israel.

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8.1.09

Hamas, Nazis E Palestinianos

O ódio do Islão aos Judeus começou logo no séc VII com Maomé.
O Islamismo expandiu-se sempre por meios violentos e cruéis (ao contrário do Cristianismo); os Judeus -e os Cristãos- estiveram sempre na mira da espada maometana.
Na Segunda Guerra Mundial, os Árabes em geral e os "Palestinianos" em particular (se é que se podia falar na identidade Palestiniana...) estiveram ao lado dos Fascistas e dos Nazis.
A começar por Arafat.
Texto e fotos bem elucidativas no "Politicamente Correcto"

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