12.3.18

VENEZUELA: CRIANÇAS MORREM À FOME EM HOSPITAL

De fonte mais do que insuspeita:
Morrem crianças à fome nos hospitais!

A Venezuela (ou melhor, os seus criminosos ditadores...Chávez e Maduro...) tem sido relativamente defendidos pela comunicação social portuguesa, como é norma: trata-se de um governo socialista que começou por ganhar eleições contra um partido de nome "socialista", e pertencente à respetiva Internacional, mas enterrado em corrupção até à raíz dos cabelos, devido à grande riqueza em petróleo e gás.
Foi, de resto, essa característica inapta socialista que levou Hugo Chávez ao poder.
Rapidamente, com a ajuda de "conselheiros/mercenários" cubanos, Chávez aboliu os alicerces de um Estado de Direito Democrático: direitos humanos, independência judicial, liberdade de associação, liberdades individuais, governamentalização das forças armadas,......
Nada disto era notícia em Portugal e no Ocidente, mas bem visível e com provas intocáveis em blogs e jornais fora da Venezuela.
Até a podridão de Hollywood ia lamber as botas ao criminoso Hugo: Oliver Stone, foi um deles
Rapidamente, começou a incompetência crassa e mais corrupção ainda do novo governo marxista: fome, miséria, desgraças, saúde e educação ao nível do terceiro mundo.
E em Caracas "construiu-se" a maior favela do mundo! Sim, não é no Rio, é em Caracas.
Saneamentos selvagens nas forças armadas, ao estilo MFA 74/75, prisões arbitrárias, e fome....fome , muita fome.
Filas imensas do povo venezuelano para a Colômbia para comprar --ou pedir--alimentos! Imigração ilegal e pedidos de asilo aos milhares para Colômbia e Brasil.
Tudo pouco noticiado! As máfias corruptas, maçónicas, LGBT, islamo-marxistas que controlam os media devem intoxicar até à exaustão que o socialismo é bom, defende os pobres, blá blá.
A incompetência e alta corrupção na gestão do petróleo e gás transformou uma rica Venezuela de há 40 anos num país miserável.
Apesar de toda a ajuda estrangeira, incluindo a UE, que na verdade só serve para manter os criminosos marxistas no poder.
Como era de esperar, os comunistas portugueses e por esse mundo manifestaram total desprezo pelas "vítimas da fome" (como eles cantam...) e da violência marxista e grunhiram o seu apoio aos criminosos do governo marxista...Com a ajuda dos media, é assim que intoxicam centenas de milhares de portugueses.
E muito mais acontece, a que não temos total acesso.
O governo chama-se...socialista....logo, tem os media ao seu lado, contra o povo!
Entretanto, a UE, assobia para o lado, como tem feito nos últimos anos em relação às barbáries marxistas e islâmicas, e nem sequer defende e apoia os líderes corajosos que arriscam a vida a defender o seu povo.
Dia 13, às 23,06 h: Centenas de prisioneiros doentes por comer carne podre.
Em tempo: 13/03/2018, 23,36 h: Mais de 500 cidadãos executados por milícias comunistas. 

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22.1.18

UPDATE: MACRON ADMITE POSSIVEL FREXIT

Aliás, foi isso que aconteceu em eleições em 2005:  55% dos votos foram contra a UE.
Ou seja, há receio e medo de ouvir a voz do Povo!
Cada vez mais países, e povos,  da UE se manifestam contra as politicas dos burocratas de Bruxelas, a pior das quais é, sem dúvida, as portas abertas aos refugiados muçulmanos.
E é disto que se trata: islamismo.
Porque há Cristãos que abandonaram o islamismo e são perseguidos e agredidos pelos outros "refugiados", e em que a policia e os tribunais lhes negam segurança!
Até o Papa Francisco enfrentou a vergonha de receber abaixo assinado de cerca de cinco mil refugiados, agora Católicos, que abandonaram o islamismo e que, muito respeitosamente, o questionam e criticam por não os defender, enquanto profere elogios (inadmissíveis e falsos) públicos sobre o islamismo.  
Porque as violações de adolescentes, assaltos, matanças de civis inocentes, recusa de empregos, gastos excessivos de impostos, etc. estão a provocar ira entre os povos europeus que elegem governos mais responsáveis e conscientes com politicas de defesa das populações e anti Bruxelas.
O projeto Europeu é o mais acertado e viável para as nações da Europa; mas a cegueira, teimosia, vaidade e sectarismo tresloucado dos burocratas de Bruxelas, a começar por J.C Juncker estão a destruir a União. 

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14.9.15

OS REFUGIADOS E ERDOGAN: O OTOMANO NAZI DO SÉC XXI

Todos nós sabemos que a comunicação social do Ocidente, e de Portugal mais ainda, têm as redações controladas pelos lobbies da corrupção, negociatas e vigarices maçónicas, da barbárie jacobina, com uma tresloucada preocupação em esconder, abafar, silenciar, censurar a selvajaria islâmica, e, de vez em quando, a selvajaria comunista.
Se alguém, num programa direto de TV ou rádio, tiver a coragem de dizer a verdade sobre a selvajaria dos carniceiros islâmicos é certo que nos resumos dos programas ou dos noticiários essa VERDADE é censurada e, pior, convertida em críticas aos países do Ocidente.
Já presenciei situações várias deste tipo nas TVs (em especial na SIC, mas também, obviamente, na RTP e TVI).
Vem isto a propósito do "drama dos refugiados" que assolam a Europa.
São refugiados de guerras e/ou de regimes de carniceiros islâmicos, sejam os talibãs Afegãos, Sírios, Iraquianos, Sudaneses, etc.
São seres humanos que fogem da barbárie, da fome, da miséria, da destruição, da morte que a ganância, selvajaria e podridão islâmica provocam nos seus países.
Merecem a nossa ajuda porque são seres humanos, porque um dia poderemos estar na mesma situação e, essencialmente, porque, na grande maioria dos casos, são pessoas simples, humildes obrigadas a fugir do desprezo, asco, e desdém dos donos da selvajaria islâmica.  
As imagens, numa praia turca, do pequeno Aylan Kurdi morto por afogamento, com mais outras dezenas ou centenas de crianças, veio dar um outro "acordar de consciências" ao mundo inteiro.
Deixou de se falar em migrantes, e, com relutância, chamou-se a verdade: refugiados! Refugiado é aquele que é obrigado a fugir e isso implica considerar que os seus países são ninhos de víboras ou locais onde a morte espreita a todo o momento, ou seja, é obrigatório chamar essa verdade aos países islâmicos de origem....o que os "média" ocidentais odeiam!
Mas, lá está, a comunicação social do Ocidente...e de Portugal, em particular, tem vomitado as suas críticas contra países como Hungria, Macedónia, Áustria e até Alemanha  ( o "El Dorado" destes refugiados) e esquece, esconde, abafa, censura as notícias sobre o principal culpado da fuga destes milhões: a Turquia e o seu novo carniceiro otomano - ERDOGAN.
A maior parte dos refugiados são oriundos das zonas curdas da Síria, ou seja, de zonas que fazem fronteira com a Turquia. Mas a Turquia desde sempre odiou os Curdos (apesar de serem "irmãos muçulmanos").
Despreza a vida e condições em que os curdos vegetam.
Para isso, FECHOU AS FRONTEIRAS ENTRE A TURQUIA E A SÍRIA, e nem mesmo as selvajarias dos carniceiros do Estado Islâmico fez mudar de ideias o assassino Erdogan!
Resultado: os sírios podiam facilmente atravessar a fronteira Síria - Turquia, (como entre Portugal e Espanha) fugir dos bandalhos assassinos islâmicos que matam na Síria, e viver em campos de acolhimento que o imenso território turco pode acolher.
Mas não!
O assassino Erdogan (tão islâmico que ele é!!!) permanece impávido e rancoroso, com as fronteiras fechadas, obriga os refugiados a darem a volta pelo Mar Mediterrâneo e fugirem para a Grécia ( sendo que a Turquia fica muito mais perto, mesmo pelo mar!).
E assim, por causa desse desprezo NAZI pela vida humana, têm acontecido os naufrágios com milhares de mortos inocentes, incluindo as crianças.
Ouvem o assassino Erdogan lamentar-se? ou dar ordens para abrir as fronteiras? Claro que não! 
Ele nem sequer autorizava os aviões da coligação anti- Estado Islâmico a utilizar os aeroportos turcos, ali mesmo ao lado da barbárie do Califado Islâmico!!!
Ouvem a comunicação social do Ocidente, e de Portugal em particular, a explicar esta grave situação mesmo com mapas? Óbvio que não! Não se pode dizer a verdade sobre a selvajaria islâmica, muito menos contra o nazi Erdogan, "eleito" num país democrático!!!
Mas para ajudar os barcos da propaganda anti-judaica e anti-Israel que se dirigem para Gaza, isso o nazi-assassino-Erdogan já berra e enche de armas e sei lá que mais.
É isso mesmo: o ódio neo-nazi contra os Judeus.
Entretanto, caladinhos o assassino Erdogan e os amigos tácitos da barbárie islâmica nos media, continua o drama de milhares de seres humanos e os vómitos nazis de críticas aos países Europeus....

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3.12.11

António Barreto: Entrevista ao "i" : (IV)

E sem a União Europeia?

Sem União Europeia não há qualquer solução – vamos para a bancarrota e vamos ter uma vida negra durante muitas décadas. Se ficarmos dentro, a solução tem de ser razoavelmente europeia. E a Europa, felizmente, tem de tratar de outros países que não só de Portugal, caso contrário éramos capazes de não ter sorte…

E assim, teremos sorte?

Mas que não se pense que isso é o reino da facilidade. Se a Europa encontrar as soluções e a estabilidade financeira, o papel a desempenhar pelo BCE, por exemplo, vamos ter uma vida muito difícil à mesma. Simplesmente, dá-nos tempo. Portugal precisa urgentemente de tempo, com alguma estabilidade, para recuperar um pouco e pôr em ordem algumas reformas, nas empresas, na administração, nas instituições.


Não temos por onde fugir, estamos comprometidos com a troika

Sabendo que isto é quase uma forma de protectorado. Hoje, diz-se que não é protectorado, é federalismo. Chamem-lhe o que quiserem, mas obviamente Portugal tem de estar por conta! Isto custa muito dizer. Se Portugal não quer estar por conta tem de sair de tudo, e para sair tem de pagar o ónus, tem de pagar as favas. Se Portugal fica, é neste sistema, federalista, unionista, comunitário - ok, é uma espécie de protectorado colectivo. Se conseguirmos comprar tempo e alguma estabilidade para poder fazer algumas reformas de fundo, sempre em austeridade, que não vejo alternativa, já não é mau.
A própria União Europeia está à procura de solução, financeira e política…Queriam pedir dinheiro emprestado a outros países, não sei como, que só emprestam a países com três A, ouvi eu dizer à presidente do Brasil e ao presidente da China. Para Portugal há quem sugira, em vez da Europa, fazer uma união com a Líbia, que já não é. E já foi Angola, já foi a Venezuela, que agora também já não é… Tudo isso é blá-blá, não vejo qualquer espécie de alternativa a ter um longo período de austeridade, uma preparação ao crescimento, um apoio europeu e, sobretudo, aprendermos com os erros.

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