20.12.18

ANGOLA: CALAMIDADE COM CRIANÇAS

Um "Relatório sobre a Pobreza Infantil em Angola - Uma Análise Multidimensional", apresentado hoje, em Luanda, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) de Angola, estudo elaborado com o apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e financiamento da União Europeia (UE) descreve a situação das crianças em Angola como verdadeira calamidade.

Um dos maiores embustes que a classe dominante em Portugal (políticos e comunicação social; escolas; universidades; "figuras ilustres"; "intelectuais"...) tem imposto aos Portugueses é a da inevitabilidade e sucesso da descolonização.
Na célebre frase de Mário Soares: descolonização exemplar!
Não vou escrever uma enciclopédia sobre os imensos crimes praticados contra os próprios africanos pelos movimentos guerrilheiros e pelas autoridades portuguesas. Só de relembrar que foram os Almirantes Vítor Crespo e Rosa Coutinho, dois autênticos genocidas e criminosos de guerra, os representantes das armas do MFA e de Portugal em, respetivamente, Moçambique e Angola, é suficiente para imaginar o terror que europeus mas principalmente africanos não pertencentes aos grupos comunistas sofreram.
Sobre isso já se escreveu bastante, mas ainda não o suficiente e necessário para saber a História, devido aos preconceitos e chantagens que essa classe dominante impõe a quem diz a verdade.
Vamos falar do século XXI.
Angola é dos países mais ricos do planeta: petróleo, ferro, ouro, diamantes, zonas imensas ricas para agricultura (planalto de Huambo, por exemplo..). Todos sabemos que dezenas de militares de alta patente e dirigentes políticos do MPLA enriqueceram a nível de milhões de Euros/dólares com os negócios de tráfico de armas, petróleo, corrupção tráfico de influências....O  atual Presidente João Lourenço tem descrito e combatido bastante esta gigantesca corrupção.
O povo? O POVO , o imenso povo vive na miséria.
Muito pior do que antes da descolonização!
Vejamos:
Um total de 86% de crianças angolanas dos 0 aos 23 meses estão privadas de uma alimentação adequada e nesta faixa etária cerca de 75% estão igualmente privadas de uma habitação, 71,8% da saúde, 53,8% da água; revela esse estudo.

Recorde-se que o MPLA que governa Angola desde 1975 afirma-se como partido marxista com o objetivo de impôr o socialismo, a tão falada igualdade para todos....
Como a realidade comprova, são estes os regimes com maiores desigualdades e pobreza e miséria extrema.
A UNITA e Jonas Savimbi muito lutaram e deram a vida para combater esta corrupção, e miséria extrema.
Centenas de milhares de mortos em guerras de tribos e de ódio entre africanos a juntar à fome e miséria à vista de quem visita Angola são a consequência bárbara de uma descolonização criminosa para entregar as riquezas e o poder aos agentes da URSS (que enviou os mercenários cubanos, com a ajuda das armas do MFA) para impôr os seus lacaios contra o povo, e sugar as riquezas para os mandantes (URSS) e lacaios (CUBA).

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27.2.18

MUTILAÇÃO GENITAL FEMININA EM PORTUGAL

A MUTILAÇÃO GENITAL FEMININA é um dos crimes mais asquerosos praticados no Planeta.
As vítimas são, normalmente, meninas de tenra idade (começando nos três ou quatro anos...), seres humanos indefesos, e confiantes nos/as familiares que lhes roubam a identidade feminina, em condições de saúde horrorosas.
A UNICEF relatou oitenta casos em Portugal em 2017.
Situações conhecidas, obviamente, por algum modo: hospitais, denúncias, etc.
Casos reais deverão ser muito superiores.
A grande maioria ocorre em comunidades islâmicas.
Esta tradição execrável desde há mais de mil anos é o símbolo da escravidão da mulher na cultura islâmica.
Praticada não só nos países ditos muçulmanos (só esta expressão em si já é totalitária, porque nega a existência digna de ser humano a minorias não islâmicas), mas também nas comunidades islâmicas na Europa e América. Brevemente desenvolveremos mais esta barbárie na Europa "desenvolvida".
Como sempre, a máfia auto proclamada progressista e feminista NADA DIZ SOBRE A BARBÁRIE, não só em Portugal como nas comunidades muçulmanas no resto do mundo.
Falsidade, cinismo, hipocrisia, cultura arcaica e retrógada, covardia, etc, tudo junto para classificar esta omissão progressista e feminista de denúncia e defesa de seres humanos débeis, frágeis, abandonados ás mãos de carniceiros/as.

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25.5.11

Crianças do Hamas

Ainda sobre o discurso inacreditável, ingénuo, patético e hilariante (se não fosse gravíssimo dar ouvidos ao Hamas...), veja-se como as crianças da Faixa de Gaza são educadas pelo Hamas
Aqui.


Onde estão a UNICEF, os "defensores" dos Direitos Humanos em geral e das crianças em particular, os grupelhos neo-nazis que se manifestam a "favor" das crianças palestinianas contra Israel, a comunicação social em geral...?

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27.2.08

Sobrevivência Infantil

Depois de apreciar o vídeo da almàjanela, este post parece uma desfeita.
É óbvio que não.Primeiro,porque o bébé é mesmo uma gracinha-- só mesmo da alma; segundo, porque as outras crianças também têm direito a esta felicidade. E a alma concorda comigo.

Recentemente a UNICEF elaborou um ranking dos países com mais alta mortalidade infantil; por mortalidade infantil, entende-se a morte de crianças até aos cinco anos, quer por causas neo-natais, quer por doença. O "pódio" está assim formado:
1º SERRA LEOA : 270 por mil;
2ºANGOLA : 260 por mil;
3ºAFEGANISTÃO :257 por mil.

Do Afeganistão, ressalta a herança taliban que proibia os cuidados de saúde às mulheres; de Angola, causa-nos uma revolta maior quando se sabe as infra-estruturas que deveriam ser criadas com a riqueza do petróleo, diamantes,etc., que alimenta a oligarquia do MPLA; da Serra Leoa, a miséria comum a outros países africanos.
A Suécia, Singapura e San Marino têm a taxa mais baixa de 3 por mil; Portugal apresenta um excelente 167º (em 189) lugar com 5 por mil.
Outros países de expressão portuguesa:Guiné-Bissau em 11º com 200 por mil; Moçambique em 22º com 138 por mil; São Tomé em 43º com 96 por mil; Timor em 65º com 55 por mil; Cabo Verde em 83º com 34 por mil.

Estes dados referem-se a 2006. O Relatório realça os progressos de Timor, Nepal, Malawi, Cabo Verde e Índia. Esperemos que os responsáveis timorenses continuem os objectivos de diminuir o mais possível a mortalidade infantil , esforço notável tendo em conta as frágeis condições do jovem País. Em contraponto, Angola tem grandes recursos que são criminosamente negligenciados.
Ao todo, por dia, morrem no Mundo 26 mil crianças.
É nosso dever procurar ajudar com meios financeiros e outros este grande drama.

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