15.9.08

A imprensa portuguesa e as eleições americanas

Em Portugal, a chamada imprensa de referência gosta de se fazer passar por séria e independente. A maioria das vezes, não esconde um alinhamento envergonhado. Ao contrário do que se passa nos países democráticos, onde os jornais têm uma linha editorial próxima de determinados quadrantes políticos, neste rectângulo gostam de se afirmar como equidistantes e fazer-nos passar (?) por lorpas.
Vem isto a propósito da cobertura das próximas eleições americanas. Se fizéssemos um apanhado das notícias, elas invariavelmente destacam os aspectos negativos dos candidatos do partido republicano e não deixam de enaltecer a imagem de Obama. Refira-se que essa mesma imprensa portuguesa nem sequer tem enviados especias para, in loco, fazer uma cobertura mais ajustada da campanha eleitoral. Limitam-se a papaguear o que a imprensa norte-americana escreve. E esta tem, declaradamente, os seus protegidos. Como é o caso do The New York Times, aqui citado pelo jornal Público, e que é apoiante de Obama...

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3 Comments:

Blogger Orlando said...

O Obama não favorece os amigos; antes favorece os inimigos: é um santinho, o tal Obama. Por isso é que os nossos me®dia acusam a outra (a bruxa má).

15/9/08  
Blogger Kátia said...

Huuuummmm...eu estava a torcer por ele...depois deixei de assistir aos noticiários com assiduidade e acompanhar a quantas anda,mas penso que entre um ruim e o outro péssimo,alguém tem que ser eleito.
Então,Obama...why not?
;)

Obrigada por sua visita e seu email.
Beijo!

16/9/08  
Blogger Orlando said...

Kátia: Tudo depende dos gostos e das simpatias. Simpatizas com esta bandeira?

http://www.youtube.com/watch?v=POkHs4Xwo5M

16/9/08  

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