16.7.09

Avaliação de professores

Depois de ler esta notícia no jornal Público, só mesmo uma gargalhada...

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Sátira a Sócrates

Sátira a Sócrates. Vale a pena ouvir, antes que desapareça.


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13.7.09

Resultados dos exames do 9º ano

Depois de se saber os resultados dos exames nacionais de Português do 9º ano será que o ministério também vai culpar os partidos da oposição e a associação de professores de Português? Ou desta vez a culpa vai toda para os professores do 1º ciclo? Ou para o Magalhães?

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12.7.09

Porque hoje é domingo


" Uau...como falam todos francês aqui!"
Karina Jelinek, modelo argentina , ao chegar a Paris


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Os putos têm piada...

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11.7.09

Saramago e a Câmara de Lisboa

Tenho admiração e apreço pela obra literária de Saramago. O mesmo não direi das suas opções políticas. É nesta última vertente que me causa estranheza o apoio tão declarado e encomiástico a António Costa, actual presidente da câmara municipal de Lisboa. Sabendo-se que Saramago milita na órbita do PC, será que esse apoio tem alguma coisa a ver com os 30 mil euros que o autarca disponibilizou para a produção de um filme sobre o escritor e a sua amada?
Imagine-se que a câmara de Carrazeda de Ansiães patrocinava uma película sobre os amores de Sócrates e Fernanda Câncio. O que não se diria!

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10.7.09

A Frase

"José Sócrates não quer ‘candidaturas duplas’. Quem está no Parlamento não está nas câmaras. E vice-versa. Alegre, sempre lírico, foi ainda mais longe: Elisa Ferreira ou Ana Gomes que escolham. Ou Bruxelas, ou Portugal.
Percebe-se: depois das europeias, o PS deseja remover todas as nódoas da sua ‘imagem’. As ‘candidaturas duplas’ são apenas a última moda, depois do TGV, do negócio PT/Prisa e dos corninhos de Pinho. Isto não mostra qualquer respeito pelos ‘princípios’. Mostra apenas uma mistura básica de medo e oportunismo, que horroriza mais do que tranquiliza. Porque a verdade é que as ‘candidaturas duplas’ não floresceram por acaso; elas precisaram de uma cultura cívica de irresponsabilidade, onde é possível estar em todo o lado e em lado nenhum. Dos turbo-professores aos deputados-Batman, Portugal sempre foi um país de super-heróis."
João Pereira Coutinho, Colunista do Correio da Manhã

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7.7.09

Portugal: da(s) vergonha(s) que sentimos, àquelas que sabemos serem sempre adiadas

acontecem-nos por dentro ideias, pensamentos, sentimentos que cremos íntimos, frágeis, que alimentamos, certificamos sempre que disso há necessidade, por vezes vergonhas que nos envergonhariam e cuja vergonha gerada não nos daria descanso. ainda que roa por dentro num debate nosso entre o que é verificável e o indizível, calamos a dor e as razões.

é o caso da manifestação publicada e indignada face aos políticos, ao sistema de coisas que nos desgoverna e marca o nosso desequilíbrio, da chamada, e que o é, OP, opinião pública. é terrivelmente doloroso ouvir a forma leviana como a voz popular generaliza a sua raiva contida contra governantes e políticos em geral e solta uns quantos “tenho vergonha de ser portuguesa” ou “sinto vergonha deste país”… isto dói (-me), compreendo mas dói, amaldiçoando esta forma de coragem. como pode alguém manifestar-se assim, falando do seu país?



há uns tempos dizia-me uma colega… claro que o meu filho tem defeitos, como toda a gente. conheço-os, denuncio-lhos, ralho com ele mas não admito que outra pessoa o faça. é um privilégio meu. rss


pois bem, vergonha foi o que eu senti quando se deu o episódio do gesto artístico da semana passada. e não do meu país naturalmente mas por ele, por ser assim alvo do mundo, já de si tão crítico e face a esta situação, tão carrasco.

e a notícia foi exactamente essa, que Portugal tinha feito notícia mundialmente graças a um dos seus ministros que… não há volta a dar, não há atenuante, não consigo sequer sorrir, lamento. nem admitir que isto tenha acontecido. e àqueles que possam pensar, ter pensado, “qualquer um se passa, perde as estribeiras” eu respondo não!

imaginem-se no vosso local de trabalho a “passarem-se assim…” – e sei q o senhor saiu do seu cargo – como se sairiam? o que aconteceria?… ou o contrário, numa qualquer recepção de hotel ou afim, em que o gesto sairia do profissional que vos recebesse…


quem ocupa lugares públicos, funções que exijam contacto com o público, sabe que tem de haver um modo de contenção, de auto-disciplina rigorosa para evitar que o verniz estale à mínima contrariedade.

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Provincianismo da vida política portuguesa

A política em Portugal ainda vive e assenta em preconceitos muito peculiares. Muita ortodoxia e pouca abertura de espírito. Como se sabe, o ministro da economia demitiu-se na sequência do gesto córneo. Resolveu, uns dias depois, oferecer um jantar aos colaboradores mais próximos e a outro convidados. Entre estes, estava o sindicalista António Chora, representante dos trabalhadores da Auto-Europa. Questionado sobre a presença no jantar, respondeu que era uma forma de agradecimento pelos esforços do ministro em manter a importante unidade industrial em Portugal. Sindicalista próximo do Bloco de Esquerda, mereceu de imediato a reprovação de Louçã, não vá o povo confundir-se com as tenebrosas forças do capital...
Mas como estamos no Verão, na chamada silly season, do ministério da educação também tinha de vir alguma pérola. Na apresentação dos resultados dos exames nacionais do 12º ano, o inefável Valter Lemos foi questionado sobre a descida da média que se verificou nos exames de Matemática. Os responsáveis? Pois claro, os partidos da oposição e a sociedade portuguesa de matemática. Ora, toma!
Ler mais aqui.

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6.7.09

A terapia das vidas passadas

Enquanto as televisões focam as câmaras para a mediática apresentação de Cristiano Ronaldo, estou aqui a penar [em todos os sentidos...] para escrever um post. Neste tempo de verão, não há todos os dias gestos ministeriais que nos dêem matéria para escrever.
Ocasionalmente, ouço um programa na TSF, "Mais cedo ou mais tarde". Hoje, em reposição, a temática era esotérica e falava-se de regressão a vidas passadas.
Ora, aqui está um tema interessante. Quem sabe se, na minha vida passada, não terei sido um Cristiano Ronaldo com o mundo da bola aos meus pés?
Quem estiver interessado em ouvir o programa pode fazê-lo aqui.

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3.7.09

O gesto é tudo

Evidentemente que a demissão do ministro Manuel Pinho é o assunto do dia. Depois da triste figura na Assembleia da República, a haver um mínimo de decência, só podia ser essa a saída. Mas este ministro é recorrente em atitudes de falta de respeito. Não foi ele que desrespeitou as leis anti-tabaco e fumou no avião durante uma viagem oficial? Não foi ele que aconselhou "papa Maizena" ao líder parlamentar do PSD? O gesto de ontem apenas vem confirmar a falta de chá deste senhor. Fazendo parte de um governo que se preocupa mais com a imagem e a propaganda do que em tentar resolver os problemas do país, é com a imagem de chifrudo que este executivo vai a votos.

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2.7.09

A educação e a campanha eleitoral

O turbulento processo por que passou a educação em Portugal, nos últimos quatro anos, levou os diversos partidos proporem alterações à enxurrada de legislação que inundou as escolas. Agora que se avizinham as eleições, é altura de se apresentarem soluções, não apenas ficarem pelo intenção de rasgar o que de pior este governo impôs. Conferir aqui.

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Sophia

Faz hoje cinco anos que desapareceu do mundo dos vivos Sophia de Mello Andresen, uma das maiores poetisas de língua portuguesa.
A nossa homenagem.



Assim o amor


Espantado meu olhar com teus cabelos

Espantado meu olhar com teus cavalos

E grandes praias fluidas avenidas

Tardes que oscilam demoradas

E um confuso rumor de obscuras vidas

E o tempo sentado no limiar dos campos

Com seu fuso sua faca e seus novelos

Em vão busquei eterna luz precisa

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29.6.09

Esta ministra é uma desgraça

Lê-se esta notícia no Público e fica-se incrédulo! Ou não! Depois das eleições europeias tem havido tal tentativa para adocicar os professores que já nada estranho. Depois de ter andado uma legislatura a reiterar os méritos de uma avaliação e os primores da introdução das quotas ["nem todos podem chegar a generais"], já só falta fazer um pedido público de desculpas. Evidentemente que só as aceitará quem for ingénuo.

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Palavras que adoro

accipitrídeo

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