12.4.07

A febre das privatizações!

O liberalismo ameaça tomar conta de tudo. E pretende-se fazer crer que é a solução para todos os males.
- A RTP funciona menos bem, privatize-se!
- A TAP começa a dar lucro, privatize-se!
- O ensino dá muita dor de cabeça, privatize-se!
- A água é considerada, cada vez vez, um bem de primeira necessidade, privatize-se!
- A saúde implica despesa, fechem-se centros de saúde que os privados tomarão conta do espaço deixado livre!
- O aeroporto da OTA é um luxo, os privados que o façam!
Vem agora o ministro da saúde anunciar a intenção de privatizar o serviço de assistência aos servidores do estado(ADSE). Ponham à venda o País! Escusamos de aturar esta corja de políticos!
Outra vez! Ai que a vaca anda no milho e a mota não pega!

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4 Comments:

Blogger Bife com batatas fritas said...

Afinal para que serve o estado?
Vai ser tudo privatizado ou passar a empresa pública. Fica a justiça e a segurança. Mas para isso mais vale entregar a justiça à igreja, e ficarmos com o direito canónico, e a segurança aos espanhois que são mais e estão melhor equipados.
Ao menos acba-se com isto de vez.
Com socialistas destes não é preciso direita em Portugal.

12/4/07  
Anonymous toino do campo said...

Ai ai ai ai ai!... O mentes despertas está a virar comuna! Isto está mesmo mal!...

12/4/07  
Anonymous Anónimo said...

Assim até está melhor ( para o meu gosto) :-))))))))))))))))))))

13/4/07  
Blogger Jacinto Figueiredo said...

“Ordinariamente todos os ministros são inteligentes, escrevem bem, discursam com cortesia e pura dicção, vão a faustosas inaugurações e são excelentes convivas. Porém, são nulos a resolver crises. Não têm austeridade, nem a concepção, nem o instinto político, nem a experiência que faz o ESTADISTA. É assim que há muito tempo em Portugal são regidos os destinos políticos. Politica de acaso, politica de compadrio, politica de expediente. País governado ao acaso, governado por vaidades e por interesses, por especulações e corrupção, por privilégio e influência de camarilha. Será possível conservar a sua independência?”
(Eça de Queiroz, 1867 in “O distrito de Évora”).
Tão distante e tão actual!

14/4/07  

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