16.3.08

Estado da Educação

O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, deu uma entrevista ao Correio da Manhã. E diz quase tudo sobre o sentir dos professores e o embuste que é este sistema de avaliação que nos querem impor. Pode ler lida, na íntegra, aqui.
Destaco
  • "A questão prende-se com o objectivo da avaliação. Uma avaliação, em nossa opinião, deve sobretudo ser orientada para melhorar a qualidade do desempenho dos professores e daí melhorar a qualidade do ensino. Por isso mesmo nós achamos que deve ser uma avaliação sobretudo de matriz formativa."

Registo de interesses: sou professor, não sou comunista nem hooligan (mas se apanhasse o senhor Rangel atirava-lhe com uma matraca), não pertenço à Fenprof, sou sócio nº 12475 do sindicato nacional dos professores licenciados.

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7 Comments:

Blogger pn said...

Ó VA, o tal rangel está no desemprego... especialista em blach & deckers, berra alto a ver se lhe dão tacho para a esmola!

16/3/08  
Blogger freespirit said...

Eles vão, os professores ficam.

Confiança!

Abraço

16/3/08  
Anonymous toino do campo said...

Ó VA, ainda estás a tempo de mudar de registo de interesses: um qualquer berbequim em vez de matraca, um qualquer sindicato da fenprof em vez de snpl. Ainda (ou já?) tens idade para alcançar a verdade mais facilmente.

Abraço.

16/3/08  
Blogger ivone said...

se precisar de ajuda para o senhor rangel telefone_me

terei muito gosto em realizar um sonho meu: o de me transformar por momentos numa mulher bomba rss

16/3/08  
Blogger Rui Caetano said...

Os professores é que educam os filhos desses senhores. Também sou professor.

16/3/08  
Anonymous Anónimo said...

ainda bem que pertencendo eu ao conselho de pais , na escola do meu filho ,tudo corre em plena normalidade , não existe máximo ne m minimo .simplesmente este ano não se avalia , mesmo que se prejudique a minoria,ou seja contratados ( mas eles já são sempre tão maltratados....que diferença faz , para a carreira dos que foram bons , ou maus professores?acho que devia por aqui, a avaliação

17/3/08  
Anonymous Anónimo said...

Uma boa entrevista, sem dúvida.
Mário N esteve bem mas não deve esquecer que os 100,000 profes estão longe de ser apoiantes dos sindicatos (todavia, eu sou)...
Insisto que não devemos esquecer este dado inédito/histórico no movimento de defesa da classe.

vitor m

17/3/08  

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