13.8.18

AHED TAMIMI VS SURAYA MENUCHARI

Os dois nomes do título são de mulheres muçulmanas com personalidade e carácter totalmente opostos. Ahed Tamimi, que vive na faixa da Gaza, foi transformada em heroína pelos media ocidentais por ter tido a coragem de dar uma bofetada num soldado israelita.
Obviamente, não teria tido coragem a sério para bater num soldado do Hamas, ou denunciar as festas que o Hamas organiza de casamentos de meninas a partir de OITO anos de idade com garbosos mancebos de mais de vinte anos.
Afinal, estão apenas a copiar MAOMÉ, que "casou" com AISHA de OITO ANOS, depois de a ter violado/estuprado.
Ahed foi presa. Esteve vários meses numa prisão de Israel; depois de libertada, contou em entrevista como era a sua vida na prisão de Israel.
Embora traduzido para inglês, percebe-se bem a qualidade de vida civilizada que lhe deram. Muito melhor do que o modo de vida que os carniceiros do Hamas impõem às pessoas em Gaza.
Como já se adivinhava, os media ocidentais (pelo menos em Portugal...) esconderam esta parte da vida de Ahed. Repetiram até á exaustão a treta da bofetada e da prisão. Mas quando souberam da entrevista, ...nem pensar.....
Dizer a verdade sobre as prisões em Israel? NUNCA!
Interessa manter a campanha NAZI de ódio aos Judeus e a Israel.
A comunicação social Portuguesa é das piores..(ou mesmo a pior) do mundo ocidental.
Redações controladas pelas máfias comunista/nazi, maçónica, LGBT, corrupção, profundamente anti- Direitos Humanos.

SURAYA MENUCHARI: um nome totalmente desconhecido em Portugal. Nada de estranho: as máfias de que falamos controlam mesmo as redações dos media.
SURAYA era uma estudante iraniana de 19 anos, que cumpria as regras da idade da pedra lascada dos Ayatollahs iranianos (tão do agrado dos media  e políticos ocidentais..)
Apesar da burka, foi violada/estuprada.
Fez queixa na polícia e em tribunal.
Mas na SHARIA, a selvagem lei islâmica, a palavra da mulher não tem o mesmo valor e peso da do homem, em qualquer circunstância: família, polícia, tribunal. Para ter o mesmo valor, precisa de ser testemunhada no mesmo sentido por, pelo menos, dois homens.
SURAYA, como era previsível, não conseguiu dois HOMENS, com H, que testemunhassem o crime que ela sofrera.
O tribunal islâmico considerou o ato como "relação extra conjugal" e condenou Suraya à morte por apedrejamento.
E como é o ritual? Pois, a mulher é enterrada até à cintura (para não tentar fugir...), coberta com pano, braços presos (para não se defender) e os carniceiros islâmicos atiram com pedras á cabeça da "condenada" até ela morrer...o que pode demorar horas!´
A SHARIA é aplicada na Europa.
Nas chamadas "NO GO ZONE", ou seja, nas cidades pequenas e bairros onde os muçulmanos dominam, e nem sequer permitem a entrada de bombeiros, polícias, médicos de urgência, etc.
Tudo no mais restrito rigor da sharia dos talibans: afinal, estão na Europa.
Culpa de quem?
Dos/as defensores do islamismo como "religião da paz", das fronteiras abertas para os "refugiados" islâmicos (na Grã Bretanha nem admitem refugiados cristãos, Yazidis, etc...), em suma, dos ateístas doentes mentais -políticos/as jornalistas, agentes da kuultura-- traumatizados, jacobinos, que desprezam profundamente os DIREITOS HUMANOS, para quem tudo é admissível, desde que seja para acabar com os valores do Cristianismo.
Para isso, escondem, censuram e elogiam os carniceiros islâmicos..... 
O papel da UE tem sido execrável: sustentar estes bandalhos ayatollahs, a troco de dinheiro....
Ver Frederica Mogherini, Alta Comissária da UE para as relações internacionais, no "parlamento" dos carniceiros a colocar o hijab na cabeça, gesto de submissão á barbárie, dá repulsa.
Ela, sim, merecia experimentar o apedrejamento, pelo incentivo que dá aos carniceiros.....
Neste aspeto, feministas, progressistas são a pior máfia anti direitos humanos.
 

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