19.9.18

MAYOR DE LONDRES ACONSELHA INGLESES "INFIÉIS" A ABANDONAR A CIDADE

Na mais recente manifestação de apoio às matanças islâmicas de inocentes, o criminoso Sadiq Khan "explicou" que as ameaças de ataques terroristas faz parte da vida em grandes cidades ( ele sabe muito bem que os ataques são de origem islâmica...).
E acrescentou que os "infiéis" (portanto, TODOS OS NÃO MUÇULMANOS) que não querem morrer em atos terroristas islâmicos pura e simplesmente DEVIAM ABANDONAR LONDRES E OUTRAS GRANDES CIDADES EM DIREÇÃO A CIDADES PEQUENAS NOS SUBÚRBIOS, porque as matanças islâmicas de inocentes são inevitáveis...
Onde se ouviu ou leu indignação por estas declarações?
NADA: a comunicação social está vergonhosamente a defender esta barbárie.

Sadiq Khan é o Mayor de Londres (ou melhor, da Área Metropolitana, visto que há vários Mayors de bairros/cidades mais pequenas, mas subordinados ao Mayor de Londres) é uma figura grotesca e sinistra ao mesmo tempo. Natural do Paquistão, foi escolhido pelo Partido Trabalhista como candidato a Mayor e ...ganhou, aproveitando a onda do islamismo ""religião da paz"".
Hoje, seria mais difícil, porque as provas da selvajaria (matança de inocentes em atentados, violações em massa, esfaqueamentos na via pública de vítimas inocentes...etc) por essa Europa fora são contundentes.
No reino Unido, tal como na Alemanha, vigora uma política de censura nos media e polícias dos atos islâmicos bárbaros, havendo leis que fazem lembrar o nazismo: as vítimas inocentes são perseguidas, e até presas, por dizerem a VERDADE.
Sadiq é também sádico. Logo que eleito, cortou verbas às autoridades policiais, fomentou subsídios a grupos de feroz radicalismo islâmico, convida sistematicamente "clérigos" paquistaneses e outros que vão ao R.U. gritar bem alto aos muçulmanos e "infiéis" que a sharia é mais importantes que as leis britânicas, que deve ser imposta, que os muçulmanos não têm que obedecer às leis inglesas, nem sequer aceitam a "integração"...
Na realidade, a sharia já é aplicada em centenas de ""no go zone"" controladas por gangs de "polícias islâmicos",  com total indiferença e cinismo das autoridades governamentais, ( e municipais, obviamente) convencidas...pasme-se...que deixar esses bandalhos em paz abranda os atos terroristas. Esquecem que, a pouco e pouco, os muçulmanos crescem fruto da imigração e das altas taxas de natalidade, e, portanto, podem facilmente ganhar eleições e impor a barbárie. Birmingham, a segunda cidade inglesa, já tem mais de 25% de muçulmanos....portanto, caminha para a islamização mais retrógrada e selvagem.
Sim, a Nova York dos yankees..............!
Estas políticas suicidas e criminosas de esconder a realidade do ódio islâmico aos não muçulmanos (incluindo, obviamente, os betinhos e patetas ateus....que julgam que "infiéis", na terminologia islâmica, são os cristãos e judeus....!) tem consequências desastrosas, comparadas às limpezas étnicas.
Em posts futuros, daremos a conhecer as cidades mártires inglesas....onde a polícia escondeu literalmente durante dezenas de anos as epidemias de violações/estupros de milhares de adolescentes...

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13.8.18

AHED TAMIMI VS SURAYA MENUCHARI

Os dois nomes do título são de mulheres muçulmanas com personalidade e carácter totalmente opostos. Ahed Tamimi, que vive na faixa da Gaza, foi transformada em heroína pelos media ocidentais por ter tido a coragem de dar uma bofetada num soldado israelita.
Obviamente, não teria tido coragem a sério para bater num soldado do Hamas, ou denunciar as festas que o Hamas organiza de casamentos de meninas a partir de OITO anos de idade com garbosos mancebos de mais de vinte anos.
Afinal, estão apenas a copiar MAOMÉ, que "casou" com AISHA de OITO ANOS, depois de a ter violado/estuprado.
Ahed foi presa. Esteve vários meses numa prisão de Israel; depois de libertada, contou em entrevista como era a sua vida na prisão de Israel.
Embora traduzido para inglês, percebe-se bem a qualidade de vida civilizada que lhe deram. Muito melhor do que o modo de vida que os carniceiros do Hamas impõem às pessoas em Gaza.
Como já se adivinhava, os media ocidentais (pelo menos em Portugal...) esconderam esta parte da vida de Ahed. Repetiram até á exaustão a treta da bofetada e da prisão. Mas quando souberam da entrevista, ...nem pensar.....
Dizer a verdade sobre as prisões em Israel? NUNCA!
Interessa manter a campanha NAZI de ódio aos Judeus e a Israel.
A comunicação social Portuguesa é das piores..(ou mesmo a pior) do mundo ocidental.
Redações controladas pelas máfias comunista/nazi, maçónica, LGBT, corrupção, profundamente anti- Direitos Humanos.

SURAYA MENUCHARI: um nome totalmente desconhecido em Portugal. Nada de estranho: as máfias de que falamos controlam mesmo as redações dos media.
SURAYA era uma estudante iraniana de 19 anos, que cumpria as regras da idade da pedra lascada dos Ayatollahs iranianos (tão do agrado dos media  e políticos ocidentais..)
Apesar da burka, foi violada/estuprada.
Fez queixa na polícia e em tribunal.
Mas na SHARIA, a selvagem lei islâmica, a palavra da mulher não tem o mesmo valor e peso da do homem, em qualquer circunstância: família, polícia, tribunal. Para ter o mesmo valor, precisa de ser testemunhada no mesmo sentido por, pelo menos, dois homens.
SURAYA, como era previsível, não conseguiu dois HOMENS, com H, que testemunhassem o crime que ela sofrera.
O tribunal islâmico considerou o ato como "relação extra conjugal" e condenou Suraya à morte por apedrejamento.
Sim, NENHUM MEIO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL RELATOU ESTA DUPLA SELVAJARIA: vítima de estupro/violação, foi condenada à morte à pedrada.( ver depois do vídeo, 3º parágrafo, e a foto abaixo sobre a colocação da vítima e algozes).
E como é o ritual? Pois, a mulher é enterrada até à cintura (para não tentar fugir...), coberta com pano, braços presos (para não se defender) e os carniceiros islâmicos atiram com pedras á cabeça da "condenada" até ela morrer...o que pode demorar horas!´
A SHARIA é aplicada na Europa.
Nas chamadas "NO GO ZONE", ou seja, nas cidades pequenas e bairros onde os muçulmanos dominam, e nem sequer permitem a entrada de bombeiros, polícias, médicos de urgência, etc.
Tudo no mais restrito rigor da sharia dos talibans: afinal, estão na Europa.
Culpa de quem?
Dos/as defensores do islamismo como "religião da paz", das fronteiras abertas para os "refugiados" islâmicos (na Grã Bretanha nem admitem refugiados cristãos, Yazidis, etc...), em suma, dos ateístas doentes mentais -políticos/as jornalistas, agentes da kuultura-- traumatizados, jacobinos, que desprezam profundamente os DIREITOS HUMANOS, para quem tudo é admissível, desde que seja para acabar com os valores do Cristianismo.
Para isso, escondem, censuram e elogiam os carniceiros islâmicos..... 
O papel da UE tem sido execrável: sustentar estes bandalhos ayatollahs, a troco de dinheiro....
Ver Frederica Mogherini, Alta Comissária da UE para as relações internacionais, no "parlamento" dos carniceiros a colocar o hijab na cabeça, gesto de submissão á barbárie, dá repulsa.
Ela, sim, merecia experimentar o apedrejamento, pelo incentivo que dá aos carniceiros.....
Neste aspeto, feministas, progressistas são a pior máfia anti direitos humanos.
 

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10.6.17

FRANÇA: UM PAÍS; DOIS SISTEMAS

Nos últimos anos, o islamismo é o "menino querido" da comunicação social no Ocidente.
Por mais atos selvagens, matanças em nome de ALLAHU AKBAR (ALÁ É GRANDE), as redações dos media, de forma sistemática, entram numa loucura demencial a inventar desculpas para os criminosos. E os insultos e calúnias de xenofobia, racismo, populismo, extrema direita e islamofobia são vomitados diariamente por quem desculpe e defende a barbárie!

Muitas selvajarias islâmicas são escondidas e censuradas.
Artigos de opinião e ""estudos"" fogem sempre à História de crimes, violência, destruição, ódios que são a essência do islamismo desde há 1400 anos!

A credibilidade de TVs, rádios, jornais bate no fundo do poço.
Felizmente, hoje há muitos meios de obter a VERDADE dos acontecimentos, das políticas, dos personagens, que vão desde o simples vídeo de telemóvel aos blogs, e jornais digitais.

A diferença entre a realidade e as notícias que nos vendem é aterradora.
Só uma muito boa informação nos permite saber com segurança o que se passa no Mundo.

Depois de muitas pesquisas e obtenção de dados concretos ( por exemplo, a tradução do AL QURAN para português..) iremos dar um contributo, pequeno é certo, mas indestrutível, inquestionável, e muito bem fundamentado para a defesa da civilização.

Voltemos ao título.
A França é o país da Europa com maior número de muçulmanos e dos mais antigos.Rondam os sete milhões.
Com os milhões do petróleo árabe ( enquanto os "irmãos" de outros países como Bangla Desh, Afeganistão, Mali, Somália, etc vivem na miséria..) construíram milhares de mesquitas de luxo e atuam diariamente acima da Lei: é frequante vermos fotos de centenas de muçulmanos ocupando ruas e avenidas virados para Meca, de joelhos e cara no chão, impedindo o normal trânsito de pessoas e veículos, sem que nada lhes aconteça.
As manifestações "espntâneas" surgem dariamente, sem pedido ou licença das autoridades competentes.

Mas o pior é a "cultura" e "civilização" que vão impondo.
HÁ CERCA DE NOVECENTOS BAIRROS OU PEQUENAS CIDADES ONDE NEM A POLICIA NEM OS BOMBEIROS SEQUER SÃO AUTORIZADOS A ENTRAR!.
Muito menos a justiça da Lei civil Francesa.
São as chamadas ""NO ENTRY ZONE""  ou ""NO GO ZONE"".
Aliás, também existentes nos outros países da Europa com muçulmanos.

Com "policias" islâmicos, a lei que aplicam é a SHARIA., ou seja, não há direitos de defesa em tribunal, (porque a palavra do homem (???) por exemplo, faz lei, a mulher é um ser inferior), ensino da matança do "infiel", do prémio das 72 virgens, da aceitação islâmica da pedofilia, poligamia, dos "crimes de honra", da violação de infiéis, ou seja, a barbárie no seu esplendor.

Pior ainda: das mais de mil associações islâmicas, há cerca de DUZENTAS QUE DEFENDEM PUBLICAMENTE A MATANÇA DE MULHERES À PEDRADA SE TIVEREM RELAÇÕES SEXUAIS ANTES OU FORA DO CASAMENTO!

Tudo isto sem que haja indignação das ""feministas"" ou ""progressistas"", na França e por esse mundo fora......

Além da China, a França é um país de dois sistemas: um, civilizado,  com fundamento nos Direitos Humanos, constitucional e cívico. Outro, baseado na SHARIA, que domina já milhões de cidadãos.
Mas ao saírem da zona SHARIA, os muçulmanos exigem os direitos constitucionais franceses!

A diferença entre as taxas de natalidade ( 7 ou 8 filhos por mulher muçulmana; à beira de 2 por mulher europeia), mais o contínuo fluxo de migrantes, vão aumentar as "no entry zone",  o ensino fanático e totalitário do islamismo, e os crimes contra inocentes, seja assaltos, violações ou assassínios.

Cada vez mais, a França será um país , dois sistemas....

até à vitória da barbárie?
Temos esperança que não. Os Franceses enfrentarão os crimes hediondos do islamismo, e ficarão cientes da necessidade de mudança radical.
Há já cerca de vinte milhões de Franceses que desejam essa mudança.
Estamos optimistas.

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24.10.11

A Libertação da Líbia e a Selvajaria Islâmica

Kadhafi foi um ditador sanguinário e cruel.

Sempre o afirmámos.

Mesmo quando ele veio a Portugal e os jornalistas lacaios da "Mafia Socialista com Experiência na Maçonaria" exaltavam as oportunidades de negócios com a Líbia....esquecendo a faceta de tirano e assassino.

Basta ir ler o que se escreveu nessa altura para termos uma ideia da noção que esses escribas têm dos direitos humanos.


Não admira: eles querem impôr a "SHARIA", a lei islâmica, que significa selvajaria nua e crua, que nem na Idade da Pedra.

Inclusivé, há vídeos em que se suspeita terem sodomizado Kadhafi com um pau!

Provavelmente, muitos Líbios inocentes sofreram o mesmo às mãos dos jagunços de Kadhafi.

Mas não venham falar em libertação.

Trata-se da mudança de bandalhos: do "Livro Verde" de Kadhafi para o Al Corão.

Para a poligamia...as chicotadas em mulheres em público...a matança de mulheres à pedrada...a burka...enfim, para a cultura da escumalha da humanidade.

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23.5.11

Obama e o Hamas

Sobre a Administração Obama já escrevemos bastante neste blog: Obama é um orador excepcional, líder péssimo, em resumo.


Covarde em seguir a tradicional linha de política externa USA de colocar os Direitos Humanos como assunto primordial.


Veja-se o caso Tibete; ou os inacreditáveis discursos sobre a bondade do Islão, proferidos no Cairo e em Jakarta que, curiosamente, foram desmascarados e desmentidos com as recentes revoluções populares. Veja-se a demora na resposta mole e desleixada perante a chacina que Assad tem feito na Síria...que G.W.Bush já apontara, de forma premonitória, como fazendo parte do "Eixo do Mal"...


Agora, fez um apelo patético, hilariante (para os dirigentes do Hamas...), e de uma ingenuidade parola para que o Hamas abandonasse a violência e reconhecesse Israel!!!


A Faixa de Gaza é dos locais do Mundo (a par da Coreia do Norte) que mais se assemelha a um campo de concentração gigante.


Controlada pelo Hamas, está sob o jugo da selvajaria mais bárbara que a História pode conhecer.


Até os simpatizantes da Fatah ( o grupo afecto ao ex dirigente Arafat) são sumariamente torturados e assassinados.


Pratica o Islão puro e duro de Maomé, o que significa a imposição de casamentos de "noivas" de oito ou nove anos e a aceitação da violação (tal como Maomé fez com Aisha...), as chicotadas em público, e a matança de mulheres à pedrada por supostas relações sexuais antes ou fora do casamento.


Na TV do Hamas, as crianças são intoxicadas e treinadas literalmente para serem bombas suicidas.


E como se sabe, o Hamas é uma guarda avançada do Irão na paranóia neo-nazi de dizimar completamente os Judeus ("acabar o trabalho de Hitler, na terminologia de muitos dirigentes islâmicos, mesmo "moderados"...).


Ora, por aqui se vê que esta organização selvagem, terrorista, comandada pela pior escumalha que actualmente existe no planeta não irá dar ouvidos a pedidos diplomaticamente lamechas.

Mas Obama é assim...

Mais os seus admiradores que por aí andam, com total desprezo por estas selvajarias.

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2.5.11

A Morte de Osama bin Laden: Vitória da Paz

Consta que Osama bin Laden morreu. Foi morto...ou assassinado.

Muito se vai escrever sobre as consequências da sua morte.

Para já, Barack Obama é o grande beneficiado; com a popularidade pelas ruas da amargura, vai seguramente subir nas sondagens.

Curiosamente, à custa daquilo que ele tanto "combateu" como político: a utilização da força para combater o terrorismo.

Afinal, G.W. Bush tinha razão: não é com retórica, nem com falsos pacifismos que se derrota o execrável terrorismo islâmico.

Obama criticou W.Bush mas serviu-se dos seus métodos para combater a Al Qaeda.

A crer nas notícias, os serviços secretos seguiam a pista há quatro anos: ou seja, dos tempos de W. Bush. Talvez nem Obama soubesse do desenrolar da operação.


Outro mito que cai é o do "mártir" bin Laden (só colar a palavra mártir a um assassino como Osama arrepia...e insulta os verdadeiros mártires.).

Afinal, não vivia em condições desumanas nas grutas do Afeganistão, sacrificando-se pela causa.

Vivia no luxo de uma mansão superfortificada e defendida perto de Islamabad, capital do Paquistão.

Custa, por isso, a acreditar que os serviços secretos paquistaneses não soubessem do seu paradeiro. O que põe em causa a boa relação com os USA.

A morte de Osama bin Laden não é o fim do terrorismo islâmico, que produziu atentados em TODO O MUNDO: USA; Londres; Madrid; Casablanca; Turquia; Bali na Indonésia, etc.

Continuará a haver células espalhadas pelo Mundo, alimentadas por uma cultura arcaica, retrógrada, bárbara, com base na violência gratuita contra civis inocentes.

Enquanto em milhares ou milhões de escolas e TVs e rádios e jornais se "ensinar" que o assassinato de civis inocentes em nome do Islão "dá direito" a 72 virgens lá não sei onde, o terrorismo islâmico não acaba.

E enquanto sectores no Ocidente, que se reclamam de "progressistas", esquerda, "civilizados", defenderem as selvajarias islâmicas (como se pode ver aqui, ou no DARFUR, ou nos vídeos de matança de mulheres à pedrada...) na política, "cultura" e comunicação social, mais dificilmente se combaterá o assassinato selvagem de inocentes porque um assassino pedófilo chamado Maomé o ordenou há 1400 anos.

A não ser que os grandes amigos desta selvajaria comecem a ser também vítimas da selvajaria que tanto defendem...

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13.1.09

Selvajaria Islâmica Irão

AFSANEH
Fixemos este nome.
Lá pelo facto de Gaza ocupar todas as TVs não vamos deixar de denunciar a selvajaria islâmica.
Mais: sabendo que o Mundo só tem olhos para Gaza, os selvagens da Idade da Pedra podem ser tentados a aumentar os seus crimes.
Afsaneh foi condenada à morte por matar o marido (que a tratava bem!).
E foi condenada a morrer à pedrada porque o "juíz" islâmico entendeu, sem provas, que ela mantinha uma relação extra-conjugal com o indivíduo que a ajudou a matar o marido!

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