23.5.12

Os 300 MIL

Já não temos dúvidas que a nossa comunicação social é facciosa, sectária, acéfala, subserviente dos lobbies da corrupção maçónica, jacobina e gay-lesbos.
O último episódio que comprova isto sem margem para dúvidas diz respeito às notícias sobre a peregrinação de 13 de Maio a Fátima.
Todos os "media" davam conta da presença de 300 mil peregrinos.
Talvez tivessem razão....pareceu-me mais. O recinto do santuário estava imerso numa multidão!
Isso fez-me recordar a última célebre manif da CGTP (a primeira de Arménio Carlos) em que a máquina de propaganda Goebbel stalinista garantia ter 300 mil manifestantes ("trabalhadores", na terminologia PCP) no Terreiro do Paço.
E a quase generalidade dos media gritou como palhaço em circo esse número!
Estão mesmo a ver!
Nem o Terreiro do Paço estava cheio...
Nem se compara com o Santuário de Fátima.
Se colocarmos 4 ou 5 terreiros em Fátima....enfim...talvez sejam iguais.
Curioso, quando Bento XVI celebrou missa no Terreiro do Paço (que estava completamente cheio, e com bastantes lugares de cadeiras...) a Igreja Católica disse com toda a naturalidade que eram 80 a 90 mil pessoas.
Número que os media noticiaram.
Mas com a CGTP, o mesmo Terreiro já tinha 300 mil...apesar de clareiras bem visíveis.
E assim se inventam mentiras que, de tanto se repetiram, os autores querem, à força, que sejam verdade.

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22.4.08

A Igreja Católica e a Pedofilia

A viagem de Bento XVI/ Ratzinger aos EUA trouxe ao de cima, de novo, a questão da pedofilia.
É uma chaga na ICAR dos EUA e de todo o Mundo católico.
Mas, uma vez mais, a ICAR assumiu frontalmente os erros cometidos por alguns dos seus membros, falou deles publicamente, pediu desculpa às vítimas e tomou medidas enérgicas para com os pedófilos e para evitar casos futuros!
Mais nenhuma Instituição no Mundo tem esta coragem!
Somos todos seres humanos, é impossivel que não haja erros; interessa, pois, combatê-los e evitá-los.
E só faz de Ratzinger um líder gigantesco, como foi João Paulo II!
Como católico, sinto-me feliz e mais crente ainda na mensagem de Cristo e dos ensinamentos seguidor de Pedro!

Resta esclarecer que a ICAR nos EUA tem mais de 40 mil padres, foram acusados cerca de 4 mil, mas apenas 139 foram condenados.
Claro que houve muitos acordos com as vítimas que evitaram julgamentos; mas como as indemnizações pedidas eram colossais, as vítimas preferiram os acordos a julgamentos; é, por isso, possível que haja alguns pedidos oportunistas de falsas vítimas. Mas isso não invalida que tenha havido dramas cruéis e que os carrascos merecessem castigos civis.

Ocorre também lembrar como a comunicação social, paranoicamente anti-ICAR, lida com estes casos. A maior parte dos pedófilos são ateus, sem quaisquer valores humanos: no ano passado, foram presos 247 na Inglaterra. Há poucos meses, mais de 80 em Espanha. O pedófilo mais célebre da Europa, o belga Marc Dutreux, é ateu. Mas os media realçam, com desmesurada importância, "os padres"; quanto aos outros, obviamente, deita para o lixo ateísta as suas ideias!

No Parmento Europeu, senta-se, como Deputado pelos Verdes, o herói do Maio de 1968 Daniel Cohen-Bendit que confessou em livro ter praticado pedofilia nos anos setenta-época em que os libertinos se achavam imunes a leis "burguesas", como o consumo de drogas-, e não consta que os defensores das crianças-vítimas se preocupem muito com isso.
É contra esta hipocrisia lamacenta que a verdade também tem que lutar!

No final, a visita de Bento XVI foi um sucesso estrondoso, quer pela apoteose dada pelo povo católico, quer pelo acolhimento como líder espiritual com que foi recebido na ONU, convidado por Ban Ki-moon, secretário-geral, sul-coreano, que nem é cristão.

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19.4.08

O Papa nos EUA

Na visita que está actualmente a realizar aos Estados Unidos, o Papa teve um gesto que só o dignifica, bem como à Igreja Católica. Devido aos abusos sexuais praticados por padres e bispos, Bento XVI soube assumir essa culpa e pedir perdão às vítimas. Também muitas das pessoas abusadas revelaram grande coragem ao aceitarem encontrar-se pessoalmente com o Papa. Seria indesculpável e incompreensível que Bento XVI ignorasse a dimensão dos crimes e ficasse indiferente aos protestos que se verificaram. Ao reconhecer os erros e ao pedir desculpas, Bento XVI marcou pontos e esteve à altura do cargo que ocupa.
Outros o fizessem, em situações e contextos diferentes...

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