5.6.08

Imigração Ilegal

O novo Governo Italiano começou por querer definir a imigração ilegal como crime.
Antes de se começar com os chavões da xenofobia, é preciso lembrar que, no início do ano, uma italiana tinha sido violada e morta por um emigrante romeno/cigano ilegal.
Com certeza, ninguém quereria que algo acontecesse à mãe, irmã, mulher ou filha.
Em Nápoles, são frequentes os roubos, assaltos cometidos por imigrantes.
Quem viaja até e por Roma, também conhece este fenómeno.
Os italianos manifestaram a sua vontade em eleições livres e democráticas: o voto tem valor soberano, quer ganhe a esquerda, quer ganhe a direita: algo que, às vezes, algumas iluminárias querem apagar.
Os estudos sociológicos feitos após as últimas eleições demonstram que o voto tradicional comunista se transferiu quase directamente para a "xenófoba" Lega Nord.
É um sinal da sociedade que deve ser analisado sem preconceitos.

Todavia, Berlusconi mudou recentemente o propósito do Governo: a imigração ilegal já não é crime; mas o facto de se ser imigrante ilegal constitui agravante do crime.
Há, por isso, uma mudança radical na abordagem da imigração ilegal: só por si não é crime.
Entendemos que foi um passo positivo no sentido humanista, embora não se justifique a diferenciação com os italianos; esperemos que conduza a outro passo: o agravamento do crime de tráfico de seres humanos.
Para estas alterações muito contribuíram o Vaticano e a ONU, como se pode ler:
http://www.oecumene.radiovaticana.org/BRA/Articolo.asp?c=209570
e também em :
http://www.oecumene.radiovaticana.org/BRA/Articolo.asp?c=209570
http://www.oecumene.radiovaticana.org/BRA/Articolo.asp?c=209570

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