Joana Amaral Dias e os Milhões
As simpatias do ateísmo radical pelo radicalismo islâmico são por demais evidentes; também em Portugal. Basta anotar a "compreensão", a "desculpabilização" e até algum apoio do BE e PCP ao terrorismo islâmico.Natural, porque perfilham a estratégia do ódio, frustração, raiva e violência.
Joana Amaral Dias entrou de rompante na política distinguindo-se, também, pela beleza: fotografias da menina bonita do BE alastravam por jornais e revistas; JAD não pareceu nada preocupada em parecer "mulher-objecto", algo que o feminismo abomina.
Filha de dois competentes psiquiatras( o pai, Carlos Amaral Dias, talvez seja o melhor psicanalista português), não sentiu dificuldades na vida, daquelas que nascem dos sacrifícios familiares principalmente para se estudar, em especial a nível superior: é natural, por isso, que tenha aderido ao BE.
Como é também natural que seja visceralmente anti Igreja Católica e anti-EUA e/ou Bush; participou, aliás, num programa diário da TVI no início da invasão do Iraque condenando a invasão.Não consta, todavia, que tenha mostrado a mesma aversão a Saddam quando este envenenou os rios curdos assassinando pessoas simples, pobres e humildes que bebiam as águas dos rios; ou das matanças em série de xiitas...O povo simples que se defenda!
Num recente program da RTP2 (Sociedade Civil) sobre os "novos" pecados formulados pela ICAR , JAD foi entrevistada por Marta Rangel e Tânia Madeira e aproveitou para debitar um monólogo-não interrompido, claro-acusando a ICAR de grandes pecados, repetindo até à exaustão os milhões de mortos vítimas da Inquisição em Portugal.
Perante a ignorância crassa que campeia por aí, o ódio jacobino atira com milhões (2; 5; 100?) para impressionar e causar repugnância-tudo isto com um sorriso cínico de quem sente impunidade em caluniar!
Ora vejamos uma notícia do "Público" de 19 de Janeiro deste ano:
"5 milhões(cá está, milhões!) de imagens do arquivo da Inquisição vão estar disponíveis "on-line".O processo de recuperação e digitalização integral dos 17.980 processos abrange o período entre 1536 1821. António Borges Coelho disse que esta disponibilização é uma prioridade visto que são os mais consultados por investigadores nacionais e estrangeiros, realçando que milhares de pessoas passaram pela humilhação dos autos de fé, em que morreram mais de duas mil!"
Sabemos que a vida humana não tem preço. A ICAR não esconde que é responsável por muitas destas atrocidades- os causadores do progrom contra os Judeus no Largo de S. Domingos também foram queimados!-.Teve a coragem de não destruir documentos.
Joana Amaral Dias entrou de rompante na política distinguindo-se, também, pela beleza: fotografias da menina bonita do BE alastravam por jornais e revistas; JAD não pareceu nada preocupada em parecer "mulher-objecto", algo que o feminismo abomina.
Filha de dois competentes psiquiatras( o pai, Carlos Amaral Dias, talvez seja o melhor psicanalista português), não sentiu dificuldades na vida, daquelas que nascem dos sacrifícios familiares principalmente para se estudar, em especial a nível superior: é natural, por isso, que tenha aderido ao BE.
Como é também natural que seja visceralmente anti Igreja Católica e anti-EUA e/ou Bush; participou, aliás, num programa diário da TVI no início da invasão do Iraque condenando a invasão.Não consta, todavia, que tenha mostrado a mesma aversão a Saddam quando este envenenou os rios curdos assassinando pessoas simples, pobres e humildes que bebiam as águas dos rios; ou das matanças em série de xiitas...O povo simples que se defenda!
Num recente program da RTP2 (Sociedade Civil) sobre os "novos" pecados formulados pela ICAR , JAD foi entrevistada por Marta Rangel e Tânia Madeira e aproveitou para debitar um monólogo-não interrompido, claro-acusando a ICAR de grandes pecados, repetindo até à exaustão os milhões de mortos vítimas da Inquisição em Portugal.
Perante a ignorância crassa que campeia por aí, o ódio jacobino atira com milhões (2; 5; 100?) para impressionar e causar repugnância-tudo isto com um sorriso cínico de quem sente impunidade em caluniar!
Ora vejamos uma notícia do "Público" de 19 de Janeiro deste ano:
"5 milhões(cá está, milhões!) de imagens do arquivo da Inquisição vão estar disponíveis "on-line".O processo de recuperação e digitalização integral dos 17.980 processos abrange o período entre 1536 1821. António Borges Coelho disse que esta disponibilização é uma prioridade visto que são os mais consultados por investigadores nacionais e estrangeiros, realçando que milhares de pessoas passaram pela humilhação dos autos de fé, em que morreram mais de duas mil!"
Sabemos que a vida humana não tem preço. A ICAR não esconde que é responsável por muitas destas atrocidades- os causadores do progrom contra os Judeus no Largo de S. Domingos também foram queimados!-.Teve a coragem de não destruir documentos.
Mas transformar mais de dois mil em vários milhões de vítimas é uma calúnia histórica, que, pelos vistos, é aceite e propagandeada com todo o desplante.
Ainda para mais quando se esquecem ou branqueiam outras atrocidades, da área ateísta e/ou islâmica, como se a História fosse este facciosismo arcaico.Etiquetas: Inquisição;História;
