10.2.20

LI WENLIANG: O HERÓI - MÁRTIR DO CORONAVÍRUS

Sendo oftalmologia a sua especialidade, apercebeu-se da gravidade da situação e alertou vários colegas.
Foi infetado pelo vírus quando tratava de um doente.
Faleceu agora no Hospital Central de Wuhan; de início, a sua morte foi negada pelas autoridades ( já adivinhavam que iria ser um herói nacional...). mas finalmente, confirmada.
Com apenas 34 anos, deixa viúva grávida. 
É um herói para o povo chinês, apesar da censura de ferro que o governo comunista impõe nas comunicações.
Mais dois heróis estão dados como desaparecidos. 
Chen Qiushi, jornalista independente da ditadura comunista, (mais independente que os jornalistas livres ocidentais...) elaborou várias reportagens sobre a gravidade da epidemia que vão muito além das noticias/propaganda do regime.
Há vários dias que família e amigos não têm notícias dele.
Outro desaparecimento assume contornos mais graves: Jiang Yangyong é médico cirurgião militar e esteve por dentro dos massacres ( os media ocidentais costumam dizer protestos, porque as suas cabeças não foram esmagadas por tanques militares...) na praça Tianamen em 1989.
O pânico dos ditadores chineses é que ele comprove que os massacres foram muito piores do que os media oficiais comunistas e os papagaios ocidentais espalham;  isto apesar dos criminosos responsáveis pelos massacres já terem morrido (Deng Xiaoping e Li Peng) e, supostamente, serem mais liberais do que o atual gang de ditadores.
Mas não. Está calado, como é timbre dos ditadores escondidos na Cidade Proibida para que as culpas assentem todas nos dirigentes de Hubei e Wuhan...
Além de ditador assassino, é também covarde.
Além da propaganda dos tótós ocidentais sobre o hospital construído em dez dias, há também doentes isolados em campos semelhantes aos de concentração: significa que a pandemia é muito pior do que o governo ditador espalha, e para isso fechou e cercou cidades com milhões de habitantes.
Com a ajuda do "google translate", ficamos a saber que o número de mortos e infetados é muito superior aos números oficiais; muitos corpos são cremados para não entrarem nas contas oficiais, nem sobrecarregarem os trabalhadores funerários.
Preparam-se grandes mudanças na ditadura comunista chinesa: ou a queda de Xi, e/ou revoltas em todo o país com milhões de mortos, cópia da "revolução cultural", que, de qualquer modo, irão afetar a expansão da economia chinesa, com desemprego, falência de fábricas...e o fim do sonho/alucinação da China comunista como maior potência do mundo...
Alucinação que há uns anos fazia a delícia dos "bruxos" marxistas admiradores da barbárie nos media e universidades; só faltando um pormenor: em que ano essa era dourada iria começar! 
Para alguns seria já em 2020.....

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7.6.13

Massacre de Tiananmen: 2013

Que as redações dos "media" são controladas pelos lobbies da corrupção esquerdista, da barbárie, da tirania jacobina já não restam quaisquer dúvidas.
Todos os dias há muitos exemplos destes nas TVs, rádios, jornais.
Com o dia 04 de junho, mais uma vez, se comprovou, de forma clamorosa, como os "jornalistas" censuram a selvajaria comunista e islâmica.
Em quatro de junho de 1989, o governo comunista chinês mandou tanques militares esmagarem literalmente os estudantes desarmados que protestavam de forma pacífica contra a corrupção e ditadura comunista chinesa, em vésperas da visita de Gorbatchov.
Houve mesmo estudantes esmagados...nas pernas, nos crâneos, em todo o corpo, imagens que ainda foi possivel ver antes da gigantesca censura do governo comunista chinês e das redações da maior parte dos "media" ocidentais.
As mães dos estudantes esmagados criaram o movimento:
"Mães de Tiananmen".
mas, como acontece com as "Madres de Blanco" (que se manifestam pelos filhos presos políticos nas masmorras comunistas cubanas ...) são praticamente ignoradas nos "media" ocidentais.
É a colaboração das redações dos media com a barbárie em todo o seu esplendor.
Neste quarto de junho de 2013 verificamos, mais uma vez, como a barbárie e a selvajaria comunista foram esquecidas, censuradas:
raramente se falou ou escreveu sobre o massacre.
Ou sobre o carniceiro-mor da massacre: Li Peng
É assim, com esta permanente intoxicação de mentira, de censura, do esconder da barbárie que a mesma barbárie, a tirania, a selvajaria, sejam comunistas ou islâmicas, são transformadas em, pasme-se, vítimas de uns quaisquer poderes inventados pela esquizofrenia esquerdista-maçónica dos "media".

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