12.2.19

IRAN E SÍRIA HUMILHAM UNIÃO EUROPEIA

A União Europeia (UE) tem demonstrado uma subserviência inacreditável, um rastejar invertebrado, perante a barbárie islâmica, principalmente iraniana, que reduz a potência económica  europeia a uns meros pedintes lamechas, como se precisasse incondicionalmente dos aiatollahs.
A invasão europeia de "refugiados" islâmicos e as crueldades que praticam com à vontade e quase total impunidade é sinal de uma fraqueza politica hilariante.
Quem não se dá ao respeito, não é respeitado!
Segundo noticia a TV "on line" Saudita Al Arabiya, numa reunião no ministério dos negócios estrangeiros em Teheran no dia 08 de janeiro de 2019, os diplomatas iranianos levantaram se abruptamente da mesa de negociações, saíram da sala batendo com a porta na cara dos diplomatas europeus: franceses, britânicos, alemães, dinamarqueses e belgas. 
Mais que uma quebra intolerável do protocolo, foi um ato de desprezo e desdém dos ayatollahs para com a UE.
Os "diplomatas" iranianos não aceitaram ouvir dos europeus o aviso de que a UE não ia tolerar testes com mísseis balísticos de médio/longo alcance e os assassinatos de exilados políticos iranianos em solo europeu pelas policias políticas islâmicas.
Os Ministros dos Negócios Estrangeiros da UE planeavam uma tomada de posição firme em comunicado oficial no dia 21 de janeiro corrente condenando a interferência iraniana no médio oriente ( cerca de 80 mil mercenários no Iraque; 60 mil na Síria e 20 mil no Yémen...além das armas, incluindo mísseis de curto alcance, fornecidos ao Hezbollah...), e exigindo o fim dos testes com mísseis capazes de transportar armas nucleares.
No entanto, Federica Mogherini, Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros (defensora acérrima da barbárie islâmica, incluindo a poligamia, apedrejamento de mulheres e casamento de meninas de oito anos, entre outras qualidades civilizacionais...) defende uma diplomacia mais submissa aos algozes iranianos, e travou a publicação do comunicado.
Há uns meses, Mogherini deu um espetáculo degradante de submissão aos carrascos iranianos ao vestir o "HIJAB" em pleno Parlamento iraniano rodeada de deputados em êxtase com tão grande prova de rastejar perante ditadores sanguinários.

Mas o desprezo e desdém pela UE não se fica pelos Ayatollahs iranianos.
O governo de Assad nem deu sequer explicação para esta proibição...
Com Merkel à cabeça, seguida de Juncker e May e o governo sueco, a UE tem protegido de modo infame os violadores/estupradores muçulmanos que assaltam jovens europeias e espalham doenças sexualmente transmissíveis, proibindo que se identifiquem os criminosos pela etnia, país ou ideologia islâmica.
O agradecimento aí está: total desprezo diplomático por Sírios e Iranianos.
Obviamente, sobre este desdém islâmico pela UE nem uma palavra se escreveu ou ouviu em Portugal....
Mas é mais que evidente que, ao meter a cabeça na areia, a UE só provoca mais desprezo e o rastejar submisso de Mogherini faz da UE um palhaço perante a selvajaria de Assad e Ayatollahs..... 
Esta conduta arrogante e de quebra grave do protocolo tem origem, como se compreende, no estúpido e também arrogante e altamente prejudicial apoio da UE ao "Iran Deal" de Obama que permitiu aos ayatollahs receber cerca de um bilião e meio de dólares que, como era de prever, utilizaram para armar milícias mercenárias que espalham por Iraque, Síria e Yémen, e o Hezbollah, com total desprezo pelo povo iraniano a quem se destinava o dinheiro ( se é que Obama não tinha o objetivo secreto de armar os ayatollahs...).
Ao defender o Iran Deal, rastejando perante os ayatollahs, a UE deu um insuportável sinal de fraqueza politica e diplomática, perdendo completamente a face, e tirando o tapete aos protestos populares.

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23.12.17

ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS MUÇULMANOS ELOGIAM HITLER

Uma das provas da manipulação e embuste com que os media, principalmente, mas também escolas, universidades, e meios ditos de cultura é caluniar quem diz a verdade sobre o islamismo (ou quem critica esta ideologia social) de nazis, ou neo nazis!
Isto apesar da haver factos mais do que evidentes da amizade islamismo--nazismo, na II guerra mundial: o posicionamento da Turquia ao lado da Alemanha, as declarações de líderes islâmicos a elogiar Hitler e o nazismo, etc.
O que os unia era o ódio aos judeus, como é mais do que sabido.
Na Europa, a começar pela Alemanha (onde, pelos vistos, os traumas do nazismo voltaram nos tempos recentes...), dizer a VERDADE, e provar, sobre a simpatia nazismo-islamismo pode dar prisão, como descrevemos neste texto!
Todos ouvimos, lemos ( NÃO PODEMOS IGNORAR) que o principal objetivo do regime execrável dos ayatollahs do Irão é acabar com os judeus, começando pelos que vivem em Israel.
Os seus mercenários (Hamas e Hezbollah) afirmam se preparados para continuar o holocausto, sendo particularmente asqueroso a intoxicação de ódio aos judeus das crianças nas escolas do Hamas na faixa de Gaza.
No Ocidente, o ódio a Israel e aos judeus tem sido propalado pela esquerda ateísta e marxista, seguindo também a ideologia nazi.
Em Israel vive mais de um milhão de árabes muçulmanos com cidadania israelita e todos os direitos que o Estado de Direito Democrático e a Constituição de Israel lhes confere, incluindo o voto pessoal e secreto. Isso não faz recuar os caluniadores neo nazis que se referem com frequência ao "Estado Judaico".
Certo que o 1º ministro Trudeau contribui para este ambiente neo nazi: considera que a sharia pode ser lei no Canadá ( e a Constituição e os Direitos Fundamentais?) indo ao suicídio de aceitar os carniceiros do Estado Islâmico como cidadãos normais que não têm que ser penalizados pelos seus crimes contra a Humanidade.
O Canadá está em vias de islamização, se não houver uma mudança drástica na sua política.
Que se espera acontecer nas próximas eleições legislativas.

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24.9.17

MERKEL: SEMI VITÓRIA E A CRISE POLÍTICA QUE SE APROXIMA

Bom, ganhou é uma parábola....
Ficou em primeiro lugar.
A coligação CDU (Democracia Cristã) e CSU (União Cristã Social, ramo da Baviera) obteve 33% dos votos.
Na história da Alemanha da Democracia (verdadeira), é um péssimo resultado vencedor.
Normalmente, ultrapassam os 40%.
E porquê tão poucos votos?
1-ÓBVIO: porque Angela Merkel não defendeu os cidadãos alemães perante a "epidemia de crimes islâmicos" praticados por refugiados e falsos refugiados.
2-ÓBVIO: os tribunais e media e intelectuais também são muito culpados por esta criminalidade infindável: quer porque absolvem criminosos, quer porque insultam e caluniam em total impunidade quem diz a VERDADE sobre o islamismo (islamofobia; xenofobia; racismo; populismo..etc).
Se tivermos em conta que na última legislatura a "AFD" não tinha um único deputado, temos de concluir que a grande vitória é da "AFD"...e que os lacaios da selvajaria islâmica, na política, nos tribunais, e nos media tiveram uma derrota catastrófica.
Mais: a ditadura tecnológica (assim chamada pela importância de Google, Facebook, Twitter, etc.) foi um interveniente importante nas eleições a favor de Merkel e contra a AFD: só o facebook, bloqueou mais de trinta mil contas que descreviam a realidade dos atos dos carniceiros islâmicos, incluindo vídeos. 
3- ÓBVIO: se fosse MÃE , PAI ou a própria VÍTIMA de VIOLAÇÃO, (por exemplo, na estação de comboios de Colónia no fim de ano 2015/16, em que mais de 500...quinhentas...mulheres foram atendidas em hospitais, sem contar com aquelas que, envergonhadas, não se queixaram, como acontece sempre nas violações) por bandos execráveis de muçulmanos, o que achava da política de "open borders" de Merkel? Pois, no mínimo, criminosa.
Como os "analistas" não compreendem o pulsar do POVO, e preferem ou alinham na onda ateísta jacobina de desculpar com desespero tresloucado os crimes islâmicos, agora dizem que foi....surpresa!
Tal como aconteceu com a vitória de Donald Trump nos EUA....
 
Merkel vai ter grandes dificuldades em formar governo!
Os outros partidos não têm deputados suficientes para garantir maioria no "Bundestag", com exceção da AFD, que, obviamente, vai combater Merkel e nunca fará coligação.
Embora os alemães sejam racionais e pragmáticos, o que vem aí é uma crise política grave para os padrões alemães e, por inerência, para a União Europeia.
No limite, poderá haver novas eleições e talvez sem Merkel...e a sua política criminosa de abandonar os simples cidadãos à selvajaria islâmica.

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7.5.08

Ângela Merkel: Prémio Carlos Magno

Na semana passada, Ângela Merkel recebeu o prémio "Carlos Magno" pela sua contribuição fundamental para a unidade da Europa manifestada na negociação para conclusão do Tratado de Lisboa.
Sarkozy fez o discurso de justificação do prémio em que realçou exactamente o papel insubstituível da Chanceler(ina) Alemã em ultrapassar as naturais diferenças existentes em 27 países.
Claro que os nossos meios de "comunicação social" deram pouco relevo ao evento!
Depois da festa do Tratado ser obra Portuguesa, da nossa diplomacia e de Sócrates em especial, não se podia desmanchar a festa e reconhecer aquilo que era evidente para quem anda informado: o trabalho mais difícil e delicado fora obra de outros- nomeadamente de Merkel.
Pelo que vi no "Euronews", mal se falou de Portugal.

Sobre Carlos Magno, obra imprescindível:
"Maomé e Carlos Magno" do grande historiador francês Henry Pirenne

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