19.5.18

TRUMP- NOVA VITÓRIA: REDUÇÃO DO DÉFICE COMERCIAL

Quem insultava Trump (não sabem fazer outra coisa) por causa da guerra comercial, que poderia causar problemas mundiais, blá, blá, blá,  vai ter que engolir novo elefante vivo.
Esclareço que a notícia em link, da LUSA, tem números obviamente errados e ridículos: onde está 170 milhões, são 170 mil milhões; onde está 308 milhões, deve ler-se 308 mil milhões.
O pragmatismo Chinês percebeu que a sua economia não consegue aguentar sem o mercado EUA, o maior poder de compra do planeta.
Trump defendia com toda a legitimidade a diminuição do défice comercial astronómico dos EUA, praticamente com todos os países, mas especialmente com a China.
Isto porque na década de 1990, Bill Clinton concedia todos os anos, a título excecional, o estatuto de "nação mais favorecida" à China, ou seja, menos taxas para os produtos chineses nos EUA do que as taxas Chineses para produtos EUA. Resultado: O PIB Chinês crescia a dois dígitos, ultrapassando países mais avançados como Alemanha e Japão, enquanto o défice EUA aumentava de forma gigantesca,
Com o aumento das taxas prometido por Trump, os economistas chineses perceberam que não havia no planeta mercados para vender os seus produtos, fruto da industrialização galopante e da exploração selvagem dos trabalhadores fomentada pelo governo comunista de Pequim.
Este acordo vem demonstrar mais uma vez que as tomadas de posição de força de Trump, de acordo com a sua agenda "America First", ou MAGA (MAKE AMERICA GREAT AGAIN) baseadas no poder político, económico e militar (caso da Coreia) tem sido a estratégia mais certeira para evitar a decadência progressiva da Democracia mais antiga e mais sólida do planeta.
Foi com posições de força  que Churchill fez ver (só vos prometo sangue, suor e lágrimas) ao povo Britânico a melhor maneira de combater Hitler e o nazismo: o acordo de paz  Chamberlaian com Hitler, que fez milhões de pessoas festejar convencidas de ia haver paz, foi o incentivo e combustível para Hitler negociar com Staline a divisão da Europa (começando na Polónia e Finlândia) e iniciar a monstruosa II guerra mundial.
Trump tem acumulado vitórias com esta estratégia: Kim da Coreia, Iran Deal; Terrorismo Islâmico, Défice comercial.
Os líderes (???) Europeus ainda não perceberam que, se a UE era gigante económico mas anão político, arrisca -se a diminuir a sua robustez económica e ficar ainda mais anão político, se enfrentar Trump.
XI Jiping  e os ditadores chineses perceberam que Trump não é um líder bluf, nem ignorante e incompetente. Na UE, a arrogância de Merkel, Juncker etc, lacaios de agendas arcaicas e suicidas financiadas por Soros, está a produzir resultados altamente nefastos.
Em tempo: a Reuters explica mais.

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23.12.17

ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS MUÇULMANOS ELOGIAM HITLER

Uma das provas da manipulação e embuste com que os media, principalmente, mas também escolas, universidades, e meios ditos de cultura é caluniar quem diz a verdade sobre o islamismo (ou quem critica esta ideologia social) de nazis, ou neo nazis!
Isto apesar da haver factos mais do que evidentes da amizade islamismo--nazismo, na II guerra mundial: o posicionamento da Turquia ao lado da Alemanha, as declarações de líderes islâmicos a elogiar Hitler e o nazismo, etc.
O que os unia era o ódio aos judeus, como é mais do que sabido.
Na Europa, a começar pela Alemanha (onde, pelos vistos, os traumas do nazismo voltaram nos tempos recentes...), dizer a VERDADE, e provar, sobre a simpatia nazismo-islamismo pode dar prisão, como descrevemos neste texto!
Todos ouvimos, lemos ( NÃO PODEMOS IGNORAR) que o principal objetivo do regime execrável dos ayatollahs do Irão é acabar com os judeus, começando pelos que vivem em Israel.
Os seus mercenários (Hamas e Hezbollah) afirmam se preparados para continuar o holocausto, sendo particularmente asqueroso a intoxicação de ódio aos judeus das crianças nas escolas do Hamas na faixa de Gaza.
No Ocidente, o ódio a Israel e aos judeus tem sido propalado pela esquerda ateísta e marxista, seguindo também a ideologia nazi.
Em Israel vive mais de um milhão de árabes muçulmanos com cidadania israelita e todos os direitos que o Estado de Direito Democrático e a Constituição de Israel lhes confere, incluindo o voto pessoal e secreto. Isso não faz recuar os caluniadores neo nazis que se referem com frequência ao "Estado Judaico".
Certo que o 1º ministro Trudeau contribui para este ambiente neo nazi: considera que a sharia pode ser lei no Canadá ( e a Constituição e os Direitos Fundamentais?) indo ao suicídio de aceitar os carniceiros do Estado Islâmico como cidadãos normais que não têm que ser penalizados pelos seus crimes contra a Humanidade.
O Canadá está em vias de islamização, se não houver uma mudança drástica na sua política.
Que se espera acontecer nas próximas eleições legislativas.

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