5.9.21

ATROCIDADES DA REPÚBLICA ISLÂMICA DO IRAN

O regime islâmico dos ayatollahs iranianos é dos mais execráveis do planeta.

Semelhante ao futuro regime dos talibãs no Afeganistão, fruto da grave demência mental de J. Biden, da total incompetência em governar, e principalmente, desprezo pelos mais elementares Direitos Humanos, em especial, das mulheres, que arriscam ser proibidas de ter educação e saúde, e serem mortas à pedrada por suspeita de relações sexuais antes ou fora do casamento!

Sabendo-se que os talibãs aplicam estas crueldades, ficamos a saber a COVARDIA E HIPOCRISIA ASQUEORSA DE TODAS AS REDAÇÕES DOS MEDIA PORTUGUESES que tentaram FUGIR à denúncia destas atrocidades, inventando ""notícias"" irrelevantes, ou, pior, tentando branquear a selvajaria inata aos talibãs.

O pasquim "Público", que tem o descaramento de se afirmar "de referência", fiel  à sua aliança com as crueldades islâmicas, até postou uma capa quase inteira sobre o....."narcisismo das mães"..  para evitar as notícias sobre atrocidades dos talibãs a caminho de Kabul, que, aliás, foram reportadas por A. Guterres como "arrepiantes"!

Selvagens mentais aliados dos selvagens no terreno!

O povo Curdo é dos mais massacrados no Mundo! Juntamente com os Tibetanos.

Mas os selvagens dos media poucas ou quase nenhuma notícia revelam sobre este sofrimento.

Apenas no Iraque, depois da invasão dos EUA e aliados em 1991, que criou uma zona de segurança para o povo curdo iraquiano, os curdos vivem em segurança e bem estar. 

Na Síria, Turquia, e Iran são constantemente massacrados! Pior, é de longe, o IRAN DOS AYATOLLAHS, a quem OBAMA e a cúpula da UE (Alemanha de Merkel; França desde Hollande e Macron; Reino Unido desde Theresa May a Boris Johnson), e agora também o demente mental J. Biden, lambem as botas criminosas de forma ignóbil.

Na primeira imagem, vemos um curdo iraniano a imolar-se pelo fogo diante do edifício da ONU.           

Na segunda imagem, dois nacionalistas curdos no IRAN vão ser enforcados por serem ...curdos!

Enforcamento de curdos ( e gays) é quase diário no IRAN: mas notícias destas crueldades são TABÚ em TODOS os media portugueses.

Selvajaria jornalística de mãos dadas com a selvajaria da República Islâmica do IRAN.








            

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20.6.20

MALALA YOUSAFZAI

Malala Yousafzai, a mais jovem vencedora de um Prémio Nobel da Paz, em 2014, com 16 anos, concluíu os estudos de Filosofia, Política e Economia na Universidade de Oxford ontem 19 de junho.
Malala foi baleada na cabeça por talibãs paquistaneses que se opõem à educação das mulheres, quando se encontrava no autocarro escolar. Tinha então 12 anos.
Vários grupos islâmicos em todo o mundo fundamentam-se no AL QURAN para proibir, muitas vezes com violência, as meninas ou mulheres de estudar. No Afeganistão e Paquistão, poucas meninas estudam porque os país aceitam e concordam com essa proibição. Também na Somália, Mali, Níger, Mauritânia, Maldivas (paraíso turístico para ocidentais que, juntamente com as agências de viagens, desprezam as execráveis leis da Sharia que governam o país...) e várias zonas na Nigéria controladas pelo Boko Haram, e outras onde estes selvagens atuam, as meninas estão proibidas de estudar.
Malala é paquistanesa, mas teve que ir para Birmingham, Reino Unido, para se submeter a cirurgias delicadas que lhe garantiram a vida.
Tornou-se um símbolo da luta das jovens muçulmanas contra a barbárie dos grupos islâmicos radicais, deslocando-se por todo o mundo proferindo conferências dedicadas à sua luta e à vida de escravatura das mulheres em muitos países e regiões muçulmanas. O "Institute for Policy Studies" calcula que Malala recebe 152 mil dólares por conferência, valor bastante elevado para a idade.
O seu livro "I am Malala" publicado logo em 2013, vendeu 287.170 cópias no Reino Unido e 1 milhão e 800 mil cópias no resto do mundo, que lhe valeram vários milhões de dólares.
Esse dinheiro permitiu-lhe e à família fugir das atrocidades no Paquistão, viver em Inglaterra e criar o "Malala Fund" destinado a financiar projetos para educação de meninas pobres ou que vivam em áreas tribais islâmicas arcaicas.
Só para a educação de refugiados Sírios comparticipou com 1.4 mil milhões de dólares.
Logo em 2013, a família garantiu os direitos de autor da sua história de vida com o título " Salarzai Ltd".
Por ter concluído os estudos em Oxford, Malala recebeu os parabéns da astronauta da NASA Anne McClain.
Entretanto, o Mundo anda intoxicado com BLM (mas não são todas as vidas importantes?), arruaceiros pirómanos "Antifa", que dominam as "notícias" dos media, enquanto dezenas de milhões de jovens são proibidas de estudar (e às vezes ao direito aos cuidados de saúde...), forçadas a casar-se logo com 8 ou 9 anos, obrigadas a sofrer mutilação genital, aguentar a poligamia em muitos países e zonas tribais islâmicos.
Os canais de TV do Hamas, Hezbollah, Iran, pelo menos, transmitem festas de casamento dessas meninas, copiando o "casamento" de Maomé com Aisha, com a idade de 8 anos, depois de a ter violado/estuprado.
Mas estas atrocidades asquerosas são escondidas pela covardia, hipocrisia e podridão moral de "progressistas" e feministas no Ocidente, obcecados/as com Trump e Bolsonaro, como se fosse possível comparar a vida de qualquer ser humano, incluindo minorias negras e latinas, nos EUA e Brasil com o que vivem estas escravas do islamismo.
Entretanto, a China comunista continua o genocídio no Tibete, e na Mongólia Interior, Erdogan invade Síria, Iraque para matar curdos, Maduro deixa morrer o povo à fome ou com agressões das polícias, com certeza gozando cinicamente das vítimas indefesas, contando, para isso, com a selvajaria mental das redações dos media, universidades, intelectuais e agora até do futebol...como se viu ontem na Inglaterra em que os jogadores tinham nas camisolas BLM em vez dos nomes. 

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6.12.17

ONU (E GUTERRES) DESPREZA REFUGIADOS CRISTÃOS

Todos sabemos como a Europa Ocidental foi invadida por milhões de muçulmanos, tidos como refugiados, nos últimos anos, vindos de África, mas também do Afeganistão e Paquistão.
Principalmente, muçulmanos!
A maior onda ocorreu desde 2015 com a guerra civil na Síria e as atrocidades do Estado Islâmico instaurado no Norte e Oeste do Iraque e Norte e Leste da Síria.
É significativo que estas regiões são/eram das mais povoadas de Cristãos (Assírios e Caldeus), vítimas principais da crueldade sanguinária islâmica, apesar de serem minorias no meio dos selvagens maometanos, como descrevemos em texto anterior.
Além dos Cristãos, (VER AQUI) também os Yazidis, povo pacífico das montanhas Norte do Iraque, e Curdos foram alvos dos carniceiros de Allah. Mas os Curdos têm história de guerras, principalmente contra Saddam Hussein e o poder Turco; os seus combatentes "peshmergas" constituem na prática um exército, com armas ocidentais, em especial dos EUA, tendo sido decisivos na luta contra o Estado Islâmico, por conhecerem o terreno, pelas estratégias provadas de forma vitoriosa.
A ONU tem um Departamento especial vocacionado para os refugiados; curiosamente, dirigido nos últimos anos por António Guterres, atual Secretário Geral da ONU.
Com a perda de áreas que controlava, o Estado Islâmico deixou um rasto infindável de destruição de casas e infraestruturas básicas (agua, energia, hospitais, bancos etc), minas mortais, etc.
A reocupação das propriedades, em especial casas de habitação, pelos civis que fugiram tornou-se tarefa essencial e cheia de armadilhas que só entidades independentes e credíveis poderiam liderar.
E é nesta função que a ONU deveria dar exemplo de transparência, rigor, imparcialidade, e humanismo.
Arriscando perder casas, propriedades, lojas de negócios e empregos!
É caso para perguntar: então eng. António Guterres, onde está o seu tão proclamado humanismo, experiência com os refugiados, e a veracidade da propaganda dos media ateus e esquerdistas de "católico socialista"?
Com esta xenofobia anti Cristã da ONU, compreende-se que o Presidente Trump tenha retirado os EUA  (e os $$$) do "Alto" Comissariado da ONU para os Refugiados. O apoio e assistência aos Cristãos barbaramente perseguidos por islâmicos, marxistas e outros selvagens vai diretamente dos EUA para as vítimas, como prova esta viagem do Vice Presidente Mike Pence às regiões Cristãs do Iraque.

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5.10.17

FALECEU JALAL TALABANI

Jalal Talabani, o primeiro Presidente do Iraque após a queda de Saddam Hussein, de 83 anos, faleceu ontem na Alemanha, onde se encontrava hospitalizado.
Foi também o primeiro iraquiano de etnia curda e não árabe a assumir a presidência, iniciada em 2005 e terminada em 2014.
Após a invasão do Iraque em 2003 por uma coligação liderada pelos EUA, que derrubou Saddam Hussein, um árabe sunita, a diplomacia EUA tentou colocar em altos cargos do Iraque representantes dos três maiores grupos existentes no país: xiitas, sunitas e curdos.
Assim, a Presidência (sem grandes poderes) seria entregue a um curdo, o governo ao partido que ganhasse eleições, ou conseguisse formar governo, e a Presidência do Parlamento a um sunita.
O grupo mais numeroso era e é xiita, ocupando o sul do país, com grandes afinidades ao Irão. Os sunitas encontram-se mais no centro, incluindo Bagdad (onde, todavia,  há o célebre bairro xiita al Sadr, de 2 milhões de pessoas, chamado Saddam Hussein na ditadura deste, e que constituiu o maior foco de insurreição anti EUA, liderada por Moqtad al Sadr, xiita, como o pai).
Os cristãos, caldeus e assírios, cerca de 1 milhão e 500 mil antes de 2003, viviam essencialmente no centro norte, planície de Nínive e Curdistão, embora também haja comunidades espalhadas pelo sul.
As primeiras eleições relativamente livres ocorreram em fevereiro de 2005. Foram ganhas por uma coligação xiita liderada pelo ayatollah al Sistani, figura carismática de oposição frontal a Saddam, com 47,6%, ficando em segundo lugar a coligação curda com 25,4%, e em terceiro o partido do xiita Iyad Allawi, de tendência secular, ex primeiro ministro do governo provisório, com 13, 6%.
A abstenção rondou os 59%, muito porque os sunitas não participaram.Devido à repressão sangrenta que os curdos sempre sofreram no Iraque (como na Turquia, Síria e Irão pós Khomeiny...), juntou-se ao Partido Democrático do Curdistão de Mustafá Barzani - pai do atual líder do Curdistão iraquiano, Massoud Barzani, que liderou o sim pela independência do Curdistão Iraquiano no recente referendo - na grande revolta curda de 1961.
Mais tarde, fundou a União Patriótica do Curdistão por divergências com Massoud Barzani.
Foi um constante lutador pela independência do Curdistão, amigo e defensor dos Cristãos, (tal como Barzani) que encontraram no Curdistão porto seguro contra as perseguições cruéis e sanguinárias de sunitas e xiitas mais dedicados á violência.
Talabani era uma figura consensual, de diálogo, muito bem aceite pelas várias etnias, o que lhe valeu uma relevância superior aos poderes de presidente. Encontrou-se várias vezes com o Papa Bento XVI, com quem discutia essas perseguições, ele que bem sabia o que era sentir na pele esse sofrimento.
Apesar de atualmente os media venderem, como dado quase científico, o embuste da inexistência de armas químicas na posse de Saddam, Talabani sabia muito bem dos milhares de curdos (e xiitas) assassinados por Saddam que mandara envenenar alguns rios no Curdistão, dizimando aldeias e pequenas cidades. O nome do General Ali, de cognome o químico, diz bem das atrocidades da era Saddam.
Depois do tempo de paz e prosperidade resultante das "non fly zones" estabelecidas na sequência da guerra de 1991 ( os aviões EUA e R.U. impediam os aviões e tropas de Saddam de utilizar 

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