13.10.11

Luís Archer

Morreu o Professor Doutor Luís Archer, antigo Presidente do Conselho Nacional para a Ética e para as Ciências da Vida (CNECV) e especialista em genética, no sábado, dia 08 de Outubro, em Lisboa.

Luís Jorge Peixoto Archer foi, porventura, o maior cientista Português do século XX e tinha 85 anos, sendo uma referência incontornável na bioética e genética em Portugal,.

Na página dedicada aos "antigos estudantes ilustres da Universidade do Porto", esta instituição apresenta Luís Archer como um "brilhante cientista e homem de fé" que "ensinou Genética Molecular em mais 13 faculdades, editou múltiplos artigos científicos sobre Bioética e Genética Molecular, coordenou quatro obras e escreveu mais seis livros".
Luís Archer nasceu na cidade do Porto a 5 de Maio de 1926.
Em 1947 licenciou-se em Ciências Biológicas na Universidade do Porto.

Com 19 anos de idade passou a assistente e começou a dedicar-se à investigação científica.

Todavia, é muito pouco conhecido da população portuguesa!

Porquê?

Porque era Padre Católico e Jesuíta.

E a pseudo- cultura dominante neste País (Universidades; Associações; Comunicação Social...) é retrógrada, jacobina, medíocre e sectária.

É controlada por traumatizados cheios de raivinhas que precisam de odiar algo (que não lhes faça mal...) para sublimar essas frustrações. E esse algo é a Igreja Católica Apostólica Romana.

Por isso, Luís Archer foi votado ao esquecimento e a sua obra grandiosa afastada do Povo em geral.

A pseudo-cultura jacobina, mafiosa, corrupta do avental quer intoxicar as pessoas com as mentiras de que a ICAR significa analfabetismo, ignorância, escuridão.

Para isso, censuram os maiores cientistas portugueses ( e, por inerência, católicos), na cultura e nos "media", utilizando os embustes mais ignóbeis para manter o Povo na ignorância e na crença fictícia de que o ateísmo ou o agnosticismo é que significam cultura.

Utilizam os mesmos métodos com Joseph Ratzinger.

Como não têm capacidade intelectual para perceber as suas lições, procuram as frases mais simples, retiram-nas dos contextos (que não entendem...) e vomitam o jacobinismo da praxe.

Para além de cientista de méritos firmados, Luís Archer era um Humanista na verdadeira acepção da palavra...como é natural, sendo Padre Católico.

Passados estes dias sobre a sua morte, o que foi escrito ou dito pela comunicação social em notícias ou reportagens?

Exacto!

A mediocridade jacobina e arcaica a impôr ignorância e ileteracia no Povo...

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21.10.09

As tonterias de Saramago

Não tendo podido participar no "Fórum" TSF, venho expressar a minha opinião pessoal sobre as declarações proferidas por Saramago acerca da Bíblia:
1- É triste que Saramago tenha de recorrer ao insulto e à calúnia para publicitar um livro o que, desde logo, define um carácter, atitude, de resto, igual à do amigo Gunter Grass, e aproveitada pelos "media" para amplificar o pseudo-debate.
2- Saramago revela ignorância e utiliza métodos intelectualmente desonestos ao misturar "Bíblia" com Antigo Testamento, Novo Testamento e, pasme-se, cúmulo da má formação, com o "Al Corão"!!!
3- Saramago é um homem ressentido e frustrado; depois da queda da URSS, enveredou pelos insultos e calúnias à ICAR. Devia estar calado: stalinista convicto, sempre defendeu os campos de concentração soviéticos onde foram massacrados milhões de seres humanos.Nunca se lhe ouviu uma palavra de condenação dessa barbárie! Conta, mais uma vez, com a colaboração dos "media" que não lhe perguntam nada sobre essa defesa da selvajaria.
4- Saramago esquece, mais uma vez deliberadamente, que Cristo e o Novo Testamento foram a maior revolução da História da Humanidade, ao decretar que todos os seres humanos são iguais, que se deve perdoar e até amar os inimigos ( e há muitos exemplos destes na História do Cristianismo!).
5- Saramago esquece também, e deliberadamente, que a ICAR é a maior Instituição de apoio aos Seres Humanos escorraçados pela sociedade, sejam os "dalits" na Índia (exemplo de Madre Teresa- cujo aniversário da morte foi vergonhosamente censurado nos "media"- e milhares de seguidores) sejam os sem-abrigo, sejam os doentes profundos, sejam as doenças tradicionais em África ou Ásia, enfim, exemplos infindáveis.
6- É inacreditável que a discussão "esqueça", também deliberadamente, as ideias e comportamentos censórios de Saramago ( ou pensam que nos esquecemos dos tempos em que foi subdirector do DN...) que lhe retiram autoridade moral para falar sobre o que quer que seja.
Não é uma questão de liberdade de expressão: Saramago sempre a teve, e bem amplificada!!! É uma questão de imparcialidade, objectividade e respeito pelos ouvintes/leitores.

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