9.4.08

Não te amo... só






Sabes...

Até poderia dizer que te amo, que te desejo, que te quero.


Palavras banais, escritas algures, nos manuais do amor, do querer, do hábito que se espera e a que se corresponde.


Poderia até mesmo falar da cor dos teus olhos, do peso das tuas palavras nas minhas tardes sem sol, sem beijo amigo, cheias de ténues promessas em forma de ruído que me oferecem quando sou um sorriso disfarçado de adaptação.


Mas és mais, és este segredo que me vem da Alma, me corrói por dentro, na saudade que sinto, na vontade por satisfazer, na sede por mitigar...


E por não seres só o que qualquer um seria, é que eu não posso dizer apenas que te amo.

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5.4.08

Sensualidade...




Ici tout est parfait comme je le pense
Tout ce que l'on a vécu toi et moi
Malgré les doutes et les médisances
Malgré la peur, malgré les souffrances
Je pense que l'on avait rendez-vous
Cette histoire va nous rendre fous
La magie a ses lois, avec toi
Je veux mon tour

{Refrain:}
Comme je t'aime, mon ange
Que plus rien ne change
Je veux que tu me retiennes
Je voudrais juste m'arrêter là
Guérir toute ta peine et renaître avec toi

Alors cet espace autour de moi
Ce vide, cette lumière c'était donc toi
Je savais qu'un jour je finirais
A force d'y croire à te retrouver
Ma chance c'est que t'es là devant moi
Alors cette fois je veux rester
Ne plus croire que si j'aime
On va m'abandonner

{au Refrain}

Comme je t'aime, mon ange
Que plus rien ne change
Je veux que tu me retiennes
Je voudrais juste m'arrêter là
Guérir toute ta peine et rester avec toi



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10.3.08

Amazing Adagio, believe me...!






sem palavras antes e pelas que não se conseguem dizer no depois... ;)


com um beijinho de excelente semana!

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3.3.08

Suavidade intensa...


Gozo I

Linho dos ombros
ao tacto
já tecido
Túnica branda
cingida sobre as espáduas
Os rins despidos
no fato já subido:
as tuas mãos abrindo a madrugada
Linho dos seios
na roca dos sentidos
a seda lenta sedenta na garganta
a lã da boca
cardada
no gemido
e nos joelhos a sede
que os abranda
Linho das ancas
bordado
de torpor
a boca espessa
o fuso da garganta


Maria Teresa Horta

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2.3.08

Porque é Domingo... danças?






rompe-se a Alma por dentro em lava de sensualidade. trincam-se, provam-se as palavras numa quase semi-raiva, fruto de uma paixão, quem sabe?, perdida...

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