2.5.11

Canalha Socialista: Fernando Nobre

Os métodos políticos da esquerda são, em regra, mesquinhos, ignóbeis e rasteiros.

Com a necessária e obrigatória ajuda mediática.

Só para falar nos casos mais célebres, lembremos Francisco Sá Carneiro e as "dívidas", D.Freitas do Amaral em 1996, A.Cavaco Silva e as escutas (coisa gravíssima comparada com a bancarrota iminente...) e Manuela Ferreira Leite nas últimas eleições.


Os estalinistas-trotzkistas, além dos assassinatos de carácter, matam mesmo a sério...sem perguntar.

Para estas eleições um dos principais alvos da campanha da esquerdalha é Fernando Nobre.

Porque pode acrescentar milhares de votos, de entre os 14% das presidenciais, ao PSD.

Começou, desde logo, uma orquestra bem montada de insultos e calúnias contra aquele que tanto elogiaram TRÊS MESES ANTES, como descrevemos aqui.




Este ataque soez e vil, obra dos escroques do costume, só demonstra que Fernando Nobre tem peso eleitoral (muito ou pouco...terá algum), e que está a preocupar a esquerdalha caceteira.


Independentemente das dúvidas que possa suscitar a sua escolha e da (in)habilidade política do candidato.

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18.4.11

Fernando Nobre

A escolha de Fernando Nobre para cabeça de lista do PSD em Lisboa nas próximas eleições provocou uma polémica desmesurada.

Assim que o seu nome foi conhecido, levantou-se uma onde de críticas avassaladoras, principalmente de alguns sectores que o tinham apoiado nas Presidenciais, afectos ao P.S.

O que só prova, no meu entender, que a escolha era positiva.

Se o seu nome fosse indiferente, não provocava a mínima discussão.

Na realidade, dos 14% dos votos das Presidenciais, metade podiam perfeitamente votar em Nobre/PSD...

E isso, obviamente, era um duro golpe para o PS-Sócrates.

Logo se levantaram os lobbies que a "Máfia Socialista com Experiência na Maçonaria" tem infiltrados na comunicação social:

- "Gay-lesbos-pedofilia", para não se dar conta do cabeça de lista do PS em Lisboa ser Eduardo Ferro Rodrigues (por acaso, ouviu-se o nome dele nos últimos dias???);

-corrupção, que vê as grandes negociatas tipo TGV e Parcerias Público-Privadas postas em causa com a vitória do PSD;

-"empresários" falidos, como Berardo e Joaquim Oliveira/Olivedesportos/TSF;DN;JN , transformados em papagaios do Governo de Sócrates, à espera de esmolas, à custa dos nossos impostos;

-interesses instalados dos "donos da República" tipo MSoares e os financiamentos da sua Fundação, que lhe permitem viver no maior luxo capitalista sem a acusação de acumular reformas!

idem, para os milhões que António Costa deu à Fundação José Saramago (a Câmara de Lisboa está em crise financeira...?) para a viúva alegre , comunista, viver também nos maiores luxos capitalistas à custa dos nossos impostos.

E assim se construíu uma campanha vil, rasteira, asquerosa, tipicamente de esquerda, como se fez com A. Cavaco Silva-PR no caso das escutas (que coisa grave, comparada com a bancarrota...), e com M. Ferreira leite nas eleições de 2009.

Certo, há bastante inabilidade política em Fernando Nobre ao lidar com a contestação.

mas a mesma inabilidade existia há meio ano...e recolheu 14% dos votos.

Apesar das críticas, ainda me parece positiva a escolha de Pedro Passos Coelho..

E que será ainda mais positiva, em termos eleitorais, quando se constatar que o PS-Sócrates está preso ao caruncho do aparelho partidário...

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24.1.11

Aníbal Cavaco Silva: Presidente

Aníbal Cavaco Silva foi reeleito Presidente da República.
Foi a primeira reeleição de um Presidente que não tinha o apoio dos partidos de esquerda.
Tarefa difícil, porque esta III República nasceu torta e sectária: basta relembrar o Pacto MFA-Partidos em 1974/75 que impunha (sob a mira das armas) a obrigação de "caminhar" para o socialismo...ou seja, para a miséria, a corrupção, as polícias políticas.
Aníbal Cavaco Silva é o grande vencedor: ganhou as eleições.
Com menos votos do que se esperava,sem dúvida, mas ganhou, de acordo com a Constituição de Abril.
Manuel Alegre, o PS-Sócrates, e o BE-Louçã são os grandes derrotados
Alegre teve menos de metade dos votos do conjunto dos dois partidos nas legislativas de Setembro de 2009.
Este é o facto mais relevante destas eleições.
Derrota também da estratégia da esquerda: infâmia, calúnia, insulto, arremessar lama para o actual PR.
Aliás, a esquerda utiliza sempre esta "táctica" quando se vê aflita: foi assim em 1974-75 com os saneamentos selvagens, as perseguições às pessoas honestas; em 1979-80 com Francisco Sá Carneiro; em 1986 com Diogo Freitas do Amaral; em 2009 com Manuela Ferreira Leite; em 2011 com Aníbal Cavaco Silva.
Nobre foi surpresa: atingiu uma percentagem que não se esperava...até porque o seu discurso era oco, sem ideias inovadoras. Provavelmente, teve muitos votos de descontentes da Campanha de Cavaco Silva.
O Prof. Cavaco Silva cometeu alguns erros na recta final da campanha: ao dizer que não "tinha apetite" para lançar a "bomba atómica" da dissolução afastou sectores de direita que esperam de Cavaco Silva a regeneração do Estado, dominado pela corrupção socialista. E ao dizer que preferia o aumento de impostos em vez de corte de salários na função pública.
Creio que os objectivos de ganhar votos no PS (primeiro caso) e na função pública (segundo caso) fizeram aumentar o número da abstenção...por transmitir a ideia de "protecção" à "Máfia com experiência na Maçonaria" deste Governo.
O Povo simples, honesto, trabalhador-que constituíu sempre a base de apoio eleitoral do Prof. Aníbal Cavaco Silva, espera, com a sua "Magistratura Activa", que seja o líder de uma onda gigante que combata o assalto socialista à máquina do Estado, os salários milionários e mordomias dos lacaios do Largo do Rato, a corrupção, a incompetência que colocou o País à beira da bancarrota, a falência da Justiça, o clientelismo e o tráfico de influências socialistas nos projectos faraónicos de obras públicas...
Pela nossa parte, colaboramos na sua reeleição....certos de que iniciará a Regeneração do Estado Português.

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