17.3.11

O Holocausto Nuclear

Imaginem que isto acontecia na Coreia do Norte ou no Irão............
É fácil imaginar a catástrofe, o Holocausto, os largos milhares de civis inocentes mortos.
Tinha razão G.W.Bush quando definiu esses dois países e a Síria como "Eixo do Mal".
Na realidade, o desprezo cínico que esses dirigentes políticos nutrem pela vida das populações civis merecia até uma qualificação mais desprezível.
Agora, tentem recordar-se das eminências hipócritas e cínicas que gozaram com essa expressão.
Sim, pessoas constantemente elogiadas pelas classes dominantes da política, "media" e "cultura"...
E que não se preocupam absolutamente nada com os possíveis holocaustos nucleares que os ditadores-assassinos do Eixo possam provocar.

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24.1.11

Aníbal Cavaco Silva: Presidente

Aníbal Cavaco Silva foi reeleito Presidente da República.
Foi a primeira reeleição de um Presidente que não tinha o apoio dos partidos de esquerda.
Tarefa difícil, porque esta III República nasceu torta e sectária: basta relembrar o Pacto MFA-Partidos em 1974/75 que impunha (sob a mira das armas) a obrigação de "caminhar" para o socialismo...ou seja, para a miséria, a corrupção, as polícias políticas.
Aníbal Cavaco Silva é o grande vencedor: ganhou as eleições.
Com menos votos do que se esperava,sem dúvida, mas ganhou, de acordo com a Constituição de Abril.
Manuel Alegre, o PS-Sócrates, e o BE-Louçã são os grandes derrotados
Alegre teve menos de metade dos votos do conjunto dos dois partidos nas legislativas de Setembro de 2009.
Este é o facto mais relevante destas eleições.
Derrota também da estratégia da esquerda: infâmia, calúnia, insulto, arremessar lama para o actual PR.
Aliás, a esquerda utiliza sempre esta "táctica" quando se vê aflita: foi assim em 1974-75 com os saneamentos selvagens, as perseguições às pessoas honestas; em 1979-80 com Francisco Sá Carneiro; em 1986 com Diogo Freitas do Amaral; em 2009 com Manuela Ferreira Leite; em 2011 com Aníbal Cavaco Silva.
Nobre foi surpresa: atingiu uma percentagem que não se esperava...até porque o seu discurso era oco, sem ideias inovadoras. Provavelmente, teve muitos votos de descontentes da Campanha de Cavaco Silva.
O Prof. Cavaco Silva cometeu alguns erros na recta final da campanha: ao dizer que não "tinha apetite" para lançar a "bomba atómica" da dissolução afastou sectores de direita que esperam de Cavaco Silva a regeneração do Estado, dominado pela corrupção socialista. E ao dizer que preferia o aumento de impostos em vez de corte de salários na função pública.
Creio que os objectivos de ganhar votos no PS (primeiro caso) e na função pública (segundo caso) fizeram aumentar o número da abstenção...por transmitir a ideia de "protecção" à "Máfia com experiência na Maçonaria" deste Governo.
O Povo simples, honesto, trabalhador-que constituíu sempre a base de apoio eleitoral do Prof. Aníbal Cavaco Silva, espera, com a sua "Magistratura Activa", que seja o líder de uma onda gigante que combata o assalto socialista à máquina do Estado, os salários milionários e mordomias dos lacaios do Largo do Rato, a corrupção, a incompetência que colocou o País à beira da bancarrota, a falência da Justiça, o clientelismo e o tráfico de influências socialistas nos projectos faraónicos de obras públicas...
Pela nossa parte, colaboramos na sua reeleição....certos de que iniciará a Regeneração do Estado Português.

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7.2.09

A metáfora dos coelhos...

E na Convenção do Bloco de Esquerda, Louçã surpreende com a metáfora dos coelhos.

"Alguém já viu o capital a produzir? Imaginem dois coelhos numa cova, de certeza que vão sair coelhinhos, mas se puserem duas notas de cem euros, imaginam que vão sair notas de vinte? O capital nada faz. Agora é tempo de devolverem a quem deu a sua vida ao trabalho."

Nesta ternurenta imagem, não sei o que mais destacar; se a cópula das notas de cem euros, se o fogoso apetite sexual dos coelhos. Uma certeza eu tenho: para quem defende causas fracturantes, como o casamento entre homossexuais, a metáfora pariu um rato.

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11.7.08

A frase

No debate na Assembleia da República, durante o debate Estado da Nação, a metáfora do Robin dos Bosques, foi a figura do dia.

A taxa Robin dos Bosques lançou a confusão quando Francisco Louça comparou as petrolíferas aos “ladrões do castelo”. Sócrates fez o papel que faltava, o de Xerife de Nottingham.

  • “Você acha razoável chamar ladrões a empresários? Tenha tento na língua"

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16.1.08

Louça

Louçã, às 22.25h, na SIC-Notícias
  • Este primeiro-ministro é muito manhoso.

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