28.2.19

VENEZUELA

5.7.12

FREEPORT: DOIS MILHÕES DE LIBRAS

2.7.12

China: Futura Potência Mundial (II)

Muito se fala sobre a China como futura maior potência do Mundo.
Temos escrito sobre as dificuldades políticas, demográficas, económicas, ambientais que entravam essa conquista.
Actualmente é o país com maior liquidez monetária no Mundo.
E a China tem utilizado essa vantagem para expandir a sua influência.
Mas será esse factor assim tão relevante
Se tivermos em conta que apenas oito (8) % do PIB é gasto em consumo interno, então temos de concluir ( no fundo o que já sabemos..) que há muita pobreza e analfabetismo na China, em especial entre a população rural, e que dificilmente o regime aguenta ter muita liquidez para se expandir no estrangeiro, e não desenvolve um "mercado interno" que dê bom nível de vida ao povo.
Assim se compreende também as constantes milhares de revoltas que o Povo corajosamente faz contra o Partido Comunista, Polícias política e civil...
E se houvesse liberdade de informação para o Povo saber de corrupção como esta, então a insatisfação e mesmo o ódio aos dirigentes comunistas chineses seria o princípio do fim deste apêndice da barbárie comunista. 

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8.3.12

Comunismo:Fome e Miséria

A prova mais do que provada de que o marxismo-leninismo-comunismo só produz fome, miséria, tirania e assassinatos...por mais que jurem "defender" o Povo está nesta notícia:
Estados Unidos dão 240 mil toneladas de alimentos à Coreia do Norte para estes assassinos não desenvolverem mais armas nucleares!

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6.3.12

Corrupção e Gestão Ruinosa Socialista

Portugal desperdiçou mais de seis mil milhões de euros em fundos comunitários entre 2007 e 2011. São verbas que poderiam ter ajudado a aumentar a competitividade das empresas, a dar mais formação e a equipar as zonas mais deprimidas do País num período de grandes dificuldades económicas.

Mais uma maravilha da gestão ruinosa e criminosa da era Sókas-xuxa-maçónica...

Que, obviamente, não mereceu destaque mediático nesses anos.Era tudo rosas na governação.

A gestão do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), que está agora no centro de uma polémica envolvendo os ministros da Economia e das Finanças, mostra que até Dezembro de 2011 Portugal tinha usado 8,3 mil milhões de euros dos 14,4 mil milhões de fundos comunitários programados, ou seja, 57,7 por cento. As verbas ainda poderão ser usadas – o programa foi prolongado por mais dois anos, o que permitiu aumentar a comparticipação para 85 por cento – mas entretanto a inflação vai provocar uma desvalorização da ordem dos 400 milhões de euros, calcula o economista da CGTP Eugénio Rosa. Os fundos supõem uma comparticipação nacional, pública ou privada, e a dificuldade de acesso ao crédito, sobretudo no último ano, é uma das razões para a não utilização das verbas. Por outro lado, a crise levou as empresas a paralisarem investimentos,

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28.2.12

Paul Krugman

Paul Krugman, economista prémio Nobel de Economia, veio a Portugal apresentado por políticos e "media" como sendo o Nobel anti-austeridade.
Mas o que ele disse contradiz frontalmente esta ideia fabricada para incutir nos portugueses que não é preciso austeridade.
Embora não tanto que fiquem aos níveis da China...o que significa que as lutas do PCP/CGTP são verdadeiras fraudes, mentiras..se apregoam ser contra a austeridade, mas têm como amigos comunistas os chineses que pagam salários muito mais baixos do que em Portugal.
Mas a grande lição de Krugman destina-se aos PSs e BEs que, em conjunto, têm criticado esta austeridade.
É que Krugman é um ídolo para essa cambada.
Veio tirar o tapete a quem chama o seu nome para criticar a austeridade....
Que, como sabemos, é culpa da "máfia socialista com experiência na maçonaria"

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20.2.12

Juízes contra a Corrupção do Governo Sócrates

A Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) tenciona apresentar uma queixa-crime no Ministério Público contra as Finanças. Motivo: o ministério de Vítor Gaspar não disponibilizou, no prazo previsto, os documentos relativos às suas despesas (no mandato do anterior governo) violando uma decisão do Supremo Tribunal Administrativo (STA).

Contactado pelo i, o ministério das Finanças esclarece que “os documentos solicitados são inexistentes”.Em finais de Janeiro um acórdão do STA deu razão, em definitivo, à Associação de Juízes que, em Outubro de 2010, avançou com um pedido de informações sobre as despesas dos ministérios do governo de José Sócrates. Em causa estava a utilização de cartões de crédito, despesas com telefones fixos e móveis, pagamento de despesas de representação e de subsídios de residência por parte de membros do anterior governo.

Mas foi já no tempo do actual governo que os ministérios tiveram de fornecer estes dados e num prazo de dez dias úteis. Das Finanças, a Associação dos Juízes não recebeu nem os documentos pedidos, nem justificação para falhar o prazo.

“Vamos apresentar queixa-crime porque há um claro desrespeito do Ministério das Finanças pelo acórdão do STA uma vez que o prazo já foi excedido”, afirma ao i o presidente da ASJP, António Martins, salvaguardando que esta decisão ainda será validada pela direcção da Associação.

Segundo António Martins, apenas o Ministério da Justiça entregou “toda a informação completa e transparente”. “Os outros ministérios parece que estão a esconder não sei o quê”, afirma. Com excepção do ministério de Paula Teixeira da Cruz, os restantes ministérios deram pouca informação ou “procuraram artificiosamente não dar respostas”, acusa o presidente da Associação de Juízes. Sobre os documentos fornecidos, António Martins diz que ainda vão ser analisados e será “equacionado” o que fazer com a informação. Mas não descarta que essa informação possa ser entregue aos tribunais. “Poderemos dá-la a conhecer a outras entidades no âmbito do Estado, mas para já vamos analisá-la”, diz. Os documentos pedidos pela ASJP reportam-se ao executivo de José Sócrates e a associação não tenciona pedir dados das despesas do governo de Passos Coelho. “Não temos esse propósito”, assegura António Martins.

Foi na sequência dos cortes nos salários da função pública e, em particular nos dos juízes, previstos no Orçamento do Estado para 2011 que o sector decidiu avançar com este pedido. Os juízes entendiam que estavam a ser alvo de um “tratamento discriminatório”, nas palavras de António Martins, uma vez que eram atingidos de forma mais gravosa por estas medidas do governo de Sócrates. Um dos exemplos dados era o facto de o subsídio de renda dos magistrados passar a ser tributado a 20% e o dos ministros fixar-se nos 10%. Foi por isso, para provar a disparidade na aplicação dos cortes e para se munir de provas para o processo negocial com o então governo, que a Associação dos Juízes quis obter documentos sobre as despesas dos ministérios, invocando a Lei de Acesso aos Documentos Administrativos.

Cartões de crédito não

Este sábado, o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, garantiu que nenhum membro do actual governo tem direito a cartão de crédito pago pelo orçamento dos ministérios. E que os cartões atribuídos em anteriores governo não podiam ser considerados um complemento de ordenado. Após a tomada de posse, o governo de Passos Coelho decidiu terminar com esta prática. “Assim, fica tudo mais claro. Quando os governantes fazem uma despesa em nome do ministério pagam do seu bolso e a despesa é depois ressarcida”, disse Relvas, referindo que não consegue avaliar a poupança conseguida com esta medida.

Notícia do jornal "i".

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31.1.12

Empresas Públicas Falidas: Conquista de Abril

O Estado foi obrigado a emprestar 5,66 mil milhões de euros às empresas públicas em 2011, mais 7468% que os 74 milhões de euros que emprestou em 2010, segundo dados ontem publicados pela Direcção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF).

Segundo a mesma fonte, a maior parte dos créditos foram cedidos no último trimestre do ano, período em que o Estado foi obrigado a injectar 3,99 mil milhões num sector público afogado em dívidas e sem liquidez.
Estes créditos foram a forma encontrada pelo governo para garantir que as empresas públicas conseguiam pagar salários, dívidas vincendas e os compromissos com os fornecedores. Os números dão forma ao impacto nas contas públicas da sucessão de cortes de ratings das empresas e a consequente falta de acesso destas ao crédito bancário.
A maior parte do dinheiro emprestado pelo Estado virá das verbas cedidas pela troika, que, contudo, não previam qualquer injecção nas empresas públicas. Essa será uma das razões de o Estado continuar a emitir dívida a curto prazo, pois é preciso compensar o buraco das empresas públicas: no último trimestre de 2011, o Instituto de Gestão do Crédito Público, que gere a dívida, angariou 5,6 mil milhões a curto prazo a uma taxa média a rondar os 5%.
Os números revelados pela DGTF apontam ainda que entre empréstimos, pagamento de indemnizações compensatórias, garantias e, pela positiva, o recebimento de dividendos das empresas, o esforço financeiro líquido dos contribuintes com o sector empresarial do Estado saltou 437,7% de 2010 para 2011, ou seja, de 1,13 mil milhões, para 6,1 mil milhões.
Ainda segundo a DGTF, as empresas públicas pagaram dividendos ao Estado no valor de 240,15 milhões de euros em 2011, menos 47,6% que os 458 milhões de euros recebidos pelo Estado em 2010.

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10.1.12

Bancarrota - Corrupção : PS-Sócrates (2011)


Palavras para quê?

É a bancarrota e corrupção do Governo Sócrates em todo o seu esplendor.

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7.1.12

Sócrates: Corrupção Vai Ficar à Vista

Sempre consideramos muito estranho que este Governo, e em especial o Ministro das Finanças, não revelassem aos portugueses os valores, os números da bancarrota herdada da "Máfia Socialista Com Experiência na Maçonaria".

Em contraponto, por exemplo, com as várias conferências de imprensa que Vitor Gaspar deu por causa dos míseros 6 mil milhões de €uros de dívida da Madeira.

Mas, de vez em quando, podemos confiar na Justiça!

Apesar das cúpulas (PGR; STJ, DCIAP...) estarem comprometidas com a Máfia maçónica, há Magistrados dignos dos cargos que ocupam, que investigam sem medo dos poderosos e das suas chantagens, caso dos Procuradores e Juízes do "Face Oculta", e dos Procuradores do "Freeport"...


Um marco importante na credibilidade da Justiça e na luta contra a bancarrota, a corrupção e os interesses obscuros na protecção da "Máfia Socialista com Experiência na Maçonaria".

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28.12.11

BANCARROTA

Já escrevemos vários posts sobre a situação dramática em que o País foi colocado pela governação da "Máfia socialista com experiência na Maçonaria".

Títulos bem elucidativos: BANCARROTA.

Tínhamos-temos razão!

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3.12.11

António Barreto : Entrevista ao "i": (I)

E voltamos à questão dos erros...

É por isso que continuo a pedir sempre, sempre até que a voz se canse, uma auditoria às contas dos últimos dez anos. Quais foram os erros que se fizeram, quais são as responsabilidades da banca, quais são as responsabilidades do Estado central, quais são as responsabilidades do Estado autárquico, quais são as responsabilidades das empresas privadas, quais são as responsabilidades dos ricos… Ninguém sabe exactamente qual foi a quota-parte de cada um destes comportamentos para o endividamento em que nós vivemos.


Ainda acredita no euro?

(Longa pausa) É o meu sentimento. Não sou economista, não sou financeiro, não sou especialista em questões de moeda, que são muito complexas. Toda a gente tem uma opinião sobre a moeda, eu não. O meu sentimento é o seguinte: enquanto pertencermos ao euro a nossa queda de rendimento brusca será evitada. Saindo do euro vamos...


Desaponta-o, o fracasso do euro?

Tenho uma razão minha para um certo desapontamento com o euro. Eu saudei o euro – não sou federalista, não gosto da Europa federal e, infelizmente, acho que vai ser inevitável, porque não se toma conta do euro sem mais federalismo. O meu argumento principal não era, obviamente, do lado da exportação, da competitividade, porque se sentia que ia haver problemas, era a disciplina das finanças públicas. Em 1995, eu estava absolutamente convencido da demagogia financeira portuguesa tradicional dos últimos 40 anos: gastar para as eleições, gastar para o dia seguinte, gastar mais do que se devia…


Uma indisciplina que foi ganhando requintes?

Estou a lembrar-me do governo a que eu pertenci, em que o doutor Medina Carreira já grunhia contra a despesa pública excessiva, contra a despesa desnecessária, contra a despesa inútil, e eu aprendi muitíssimo com ele. Ele dizia, dado que os políticos portugueses, de todos os partidos, são irresponsáveis e gastam por conta sem se importarem com nada, que parece que não têm filhos, que não vão ter netos. Gastam, gastam, gastam com tudo e mais alguma coisa, os políticos nacionais e os políticos autárquicos. E isto é uma infelicidade, parece que fomos pobres durante 40 anos e, de repente, passámos a ser ricos, novos-ricos, falsos ricos! E eu convenci-me da disciplina do euro, liderada pelo Banco Central Europeu, com um grande contributo dos alemães, que são absolutamente fanáticos pela estabilidade da moeda.


E o que descobriu?

Convenci-me de que os portugueses se iam portar bem e dei-me conta, para meu grande desgosto, que durante o período do euro os dirigentes portugueses continuaram tão irresponsáveis quanto eram, ou mais e, curiosamente, com a cumplicidade europeia. Os europeus queriam exportar para cá, queriam mandar dinheiro para depois receber, e são absolutamente co-responsáveis e cúmplices com a indisciplina portuguesa.


E desta vez aprendemos a lição?

O desespero europeu em que vivemos é tão fundo, tão grave, tão grave, a crise é tão absolutamente histórica, que isto talvez seja de molde a dar-nos uma lição. E tanto os portugueses como os europeus se virem menos para a indisciplina e para a demagogia financeira.


Os políticos que temos são o retrato da sociedade ou os portugueses são o espelho dos políticos?

Nunca encontro uma resposta adequada para essa pergunta. É muito corrente dizer-se que os políticos são o que é a sociedade, a televisão é o que é a sociedade, a universidade é o que é a sociedade, os juízes são o que é a sociedade… Reajo sempre contra isso. Há pessoas que têm de ser melhores que as outras, que têm de dar o exemplo. Os juízes têm que ser melhores que a sociedade, que os arguidos, os professores têm de ser melhores que os alunos, os dirigentes empresariais têm de ser melhores que os seus trabalhadores…


E porque é que não é assim?

Ainda não estamos lá. Há uma demagogia muito profunda, muito antiga na sociedade portuguesa, anti-elitista. Qualquer pessoa, seja qual for a sua origem, que se distinga é imediatamente sabotada. Os portugueses gostam de tudo o que é igualitarismo, o mais básico possível. O Fernando Lemos, que é um grande intelectual que vive exilado no Brasil há 40 ou 50 anos, ele, que agora fala meio brasileiro, diz: “Cara, em Portugal é terrível, porque cada vez que uma pessoa cresce mais um bocadinho corta-se-lhe a cabeça.”


E como é isso que se combate?

Não sei, infelizmente não há, nestas coisas, um batalhão para a moralidade pública… Olhe, é um caso parecido com o do investimento e a propriedade. Em Portugal há uma opinião firme contrária à propriedade, contrária à empresa privada, contrária ao investimento. Qualquer português que eu conheça gosta imenso da sua propriedade, e odeia e detesta a propriedade dos outros. Isto não dá condições de investimento, de desenvolvimento.
A própria palavra empresário é malvista, a tal ponto que agora não se diz empresário, diz-se empreendedor, o que eu acho absolutamente ridículo. O empresário desenhou-se no tempo de Karl Marx, é um dos agentes mais revolucionários da história, que junta os factores de produção – capital, terra, máquinas, imóveis, comércio –, e organiza tudo isso.

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António Barreto: Entrevista ao "i" : (IV)

E sem a União Europeia?

Sem União Europeia não há qualquer solução – vamos para a bancarrota e vamos ter uma vida negra durante muitas décadas. Se ficarmos dentro, a solução tem de ser razoavelmente europeia. E a Europa, felizmente, tem de tratar de outros países que não só de Portugal, caso contrário éramos capazes de não ter sorte…

E assim, teremos sorte?

Mas que não se pense que isso é o reino da facilidade. Se a Europa encontrar as soluções e a estabilidade financeira, o papel a desempenhar pelo BCE, por exemplo, vamos ter uma vida muito difícil à mesma. Simplesmente, dá-nos tempo. Portugal precisa urgentemente de tempo, com alguma estabilidade, para recuperar um pouco e pôr em ordem algumas reformas, nas empresas, na administração, nas instituições.


Não temos por onde fugir, estamos comprometidos com a troika

Sabendo que isto é quase uma forma de protectorado. Hoje, diz-se que não é protectorado, é federalismo. Chamem-lhe o que quiserem, mas obviamente Portugal tem de estar por conta! Isto custa muito dizer. Se Portugal não quer estar por conta tem de sair de tudo, e para sair tem de pagar o ónus, tem de pagar as favas. Se Portugal fica, é neste sistema, federalista, unionista, comunitário - ok, é uma espécie de protectorado colectivo. Se conseguirmos comprar tempo e alguma estabilidade para poder fazer algumas reformas de fundo, sempre em austeridade, que não vejo alternativa, já não é mau.
A própria União Europeia está à procura de solução, financeira e política…Queriam pedir dinheiro emprestado a outros países, não sei como, que só emprestam a países com três A, ouvi eu dizer à presidente do Brasil e ao presidente da China. Para Portugal há quem sugira, em vez da Europa, fazer uma união com a Líbia, que já não é. E já foi Angola, já foi a Venezuela, que agora também já não é… Tudo isso é blá-blá, não vejo qualquer espécie de alternativa a ter um longo período de austeridade, uma preparação ao crescimento, um apoio europeu e, sobretudo, aprendermos com os erros.

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António Barreto: Entrevista ao "i" : (III)

O que é que acha que as pessoas não sabem?

Ainda ninguém sabe porque é que a dívida teve esta evolução nestes cinco anos. Foi graças a quê? Quais são as responsabilidades? Foi o comércio externo, foi a produção de bens, foi a imigração, foi a emigração, foi a fuga de fundos, foi a corrupção, foi a fuga ao fisco, foram as off-shores, foi a especulação financeira, foi a bolha imobiliária, foi a falta de crédito?
E é fundamental saber isso agora?

É, para corrigir. Se tem um ano ou dois de austeridade e depois faz as mesmas coisas… Entretanto cancelou projectos, cancelou TGV, aeroporto e etc., e depois, se daqui a dois anos recomeça tudo?!
Sabemos que se gastou mais do que se tinha…Vivemos a crédito e empurrámos para a frente.


As pessoas estão conscientes disso, ou acredita que não?

Estão. Mas agora há quem pense que basta nacionalizar tudo – banca, empresas –, colectivizar tudo que o problema resolve-se. Eu acho que não, que se agrava ainda. Há pessoas que dizem que basta sair do euro. Eu acho que não, que se isso acontecer os portugueses perdem 40% ou 50% do seu nível de vida em dois anos, e teremos enormes dificuldades em pagar dívida, em relacionar-nos com o exterior.


Qual deve ser o caminho?

Não tenho competência para dar uma solução para a maior parte das coisas importantes, mas aquilo que se desenha diante de mim como uma hipótese, que é muito abstracta, se assim quiser, é isto: o Estado português está falido – e é melhor não andar à procura de outros termos, default e sei lá o que mais… Estamos falidos e a viver a crédito! Portugal já tem um enorme empréstimo à sua conta, vai certamente ter mais empréstimo ainda, e vai precisar nos próximos cinco a dez anos de recorrer a financiamentos externos. Não há dúvida sobre isto. Portanto, é necessário criar austeridade suficiente para reduzir a despesa pública, o endividamento de empresas e de pessoas, o que quer dizer que é preciso gastar muito menos, comprar muito menos ao estrangeiro e tentar o mais possível produzir um pouco mais e melhor. E não vejo muitas possibilidades de Portugal produzir mais e melhor antes de dois ou três anos, ou quatro… O que quer dizer que o importante, a meu ver, era, numa primeira fase, Portugal encontrar uma solução de estabilidade provisória com a União Europeia.

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António Barreto: Entrevista ao "i" (V)

António Barreto recebeu-nos no seu gabinete da Fundação Francisco Manuel dos Santos, a que preside, um dia depois da greve geral. Compreende os motivos, mas garante que, num sector falido, a greve só agrava as coisas. E “o Estado está falido!” Quer saber de quem é a responsabilidade por Portugal ter chegado a este estado e diz que esta é uma crise histórica, de tal forma que, finalmente, pode ser que tenhamos aprendido a lição.







Que leitura faz desta greve geral?



Eu não me quero transformar numa espécie de juíz moral dos outros. Se os sindicatos, trabalhadores e partidos políticos consideram que há razões para convocar uma greve e há pessoas suficientes que justifiquem uma greve, posso não estar de acordo, mas quem sou para dizer que façam diferente.




Não lhe peço que julgue, mas que analise



Com os elementos que temos - e lamento que não haja elementos mais fidedignos, nem do Estado, nem da Imprensa, nem dos sindicatos -, todos os números que me chegaram, as impressões, os relatos da greve, estão muito partidarizados, muito comprometidos; quem é mais para a esquerda acha que foi uma grande greve, quem é mais para a direita acha que não. Estou convencido que foi uma greve eficaz nos transportes públicos, com a alguma eficácia no sector público e muitíssimo pouca adesão no sector privado. O essencial da economia quase não sentiu os efeitos da greve.
O sector dos transportes está falido...



Uma greve, num sector falido, não melhora as coisas, agrava-as. Percebo que muitas pessoas estejam a viver um clima de incerteza, mas não me parece que a greve ajude a resolver os problemas, que resultaram das opções económicas, estratégicas, financeiras e políticas dos últimos dez, quinze ou vinte anos, que, nalguns casos, poderá incluir má gestão…




O Estado tem sido incompetente?




Os transportes públicos parecem estar a ser geridos, em alguns casos, como projectos megalómanos e com muito pouca seriedade nos estudos de rentabilidade, de investimento público, de retorno económico, o que conduziu a muitos milhões de dívida de que são responsáveis. E, para mim, este sector é prioritário, inclusivamente creio que o sistema de transportes, no estado em que está, é até um obstáculo ao investimento, interno e externo.

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6.10.11

Como é Bom Viver em Cuba (IV)

O socialismo cubano é o retrato da fome, da miséria e do Estado policial.


Nada de novo, é um Partido Comunista que governa.


Mas, como já anotamos antes, o assassino Raúl Castro tem sido uma fonte de surpresas agradáveis.


Depois de ter denunciadoa o "excesso de proibições" e a "penúria generalizada" no último Congresso do Partido Comunista, ao lado do assassino-mor Fidel Castro, tem paulatinamente, embora devagar, aberto a economia e acabado com algumas proibições aberrantes, retrógradas, nazi-stalinistas (autorização para celebrar o Natal, comprar telemóveis, ou torradeiras eléctricas.......) e libertado alguns presos políticos...ou melhor, expulso das cadeias cubanas, visto que não ficam a viver em Cuba.


Relembra-se que as cadeias cubanas não abrem as portas à Amnistia Internacional nem a advogados famosos, ao contrário de Guantanamo USA, por exemplo.


Mas isto, obviamente, não provoca escândalo na asquerosa hipocrisia dos "defensores" dos Direitos Humanos...que berram contra a prisão dos terroristas islâmicos.




Isto leva-nos àquela cambada de paranóicos defensores de Cuba, que vivem nos luxos capitalistas ocidentais, incluindo, obviamente, a propriedade de carros bem capitalistas...


Lá os cubanos que aguentem a miséria da revolução....nós queremos os luxos capitalistas que tanto criticamos, pensam eles.


Problemas mentais graves, sem dúvida..

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26.9.11

Actualização da TRÓIKA em Portugal.

O memorando de entendimento com a troika (FMI; BCE;Comissão Europeia) assinado pelo Governo Sócrates em Maio, vésperas do País entrar em bancarrota, e que obteve o apoio do CDS, e do PSD (o PCP e o BE preferiam a bancarrota e consequente fome e miséria porque Portugal ficava sem dinheiro para comprar alimentos, medicamentos, etc...) foi objecto de análise agora em Setembro.

O cumprimento das metas do memorando é imprescindível para o País receber os 78 MIL MILHÕES de €uros e evitar a falência.

Nesta análise do cumprimento dos objectivos, destes primeiros três meses, Portugal passou no teste, sendo que há, obviamente, ajustamentos em matéria tão vasta.

Podemos ver aqui os resultados dessa análise.

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22.9.11

Bancarrota - Corrupção : PS-Sócrates (SCUTs)

A invenção das SCUTs foi o negócio que mais arruina Portugal.

Data dos governos Guterres/Cravinho.

Os compromissos financeiros começam agora a atingir valores astronómicos...que só os impostos dos contribuintes podem resolver.

É mais um factor, muito pesado, a acrescentar às despesas normais do Orçamento de Estado, já de si muito deficitário.

Se nos lembrarmos que há quinze anos a J.A.E. era uma simples Direcção-Geral responsável pelas estradas nacionais não classificadas como auto- estradas...

E que as SCUTs implicaram a constituição de uma empresa de capitais públicos (Estradas de Portugal, E.P.) aumentando, consequentemente, as despesas a cargo dos Portugueses...

Mais devemos recriminar Cravinho e Guterres pela invenção que irá afectar negativamente as gerações futuras...

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8.8.11

Como é Bom Viver em Cuba (III)

Raúl Castro não para de nos surpreender.

Depois de ter sido cúmplice dos mais de 50 mil cubanos assassinados pelo regime de Fidel, Raúl Castro parece assombrado pelo peso da consciência!

Recentemente, afirmou que o mal do Cuba não era o "imperialismo norte americano, mas os erros do regime"!

Fantástico!.

Ja em anterior Congresso do Partido Comunista Cubano tivera a coragem de descrever a situação em Cuba de:

penúria generalizada , e

excesso de proibições!

Foram precisos mais de cinquenta anos de fuzilamentos, prisões, fome, miséria para alguém ter a sensatez de revelar a realidade.

Merece aplauso, apesar da conivência activa com os tempos que ele agora tanto critica.

Obviamente, ninguém do Partido Comunista Português se pronuncia sobre as declarações do Presidente de Cuba e Secretário-Geral do Partido Comunista Cubano.

Apesar de Cuba ter sido durante cinco décadas a estrela maravilhosa do socialismo, algo que deixava em êxtase os fanáticos comunistas...amantes da fome, da miséria, do excesso de proibições, dos fuzilamentos.

Obviamente, a comunicação social, feita de invertebrados vendidos à barbárie, não interrogava os comunistas portugueses...ou cubanos...sobre os relatórios da realidade cubana feitos por Raúl Castro.

E assim se constroem mitos feitos de mentiras, fraudes, embustes, defesa da barbárie..

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21.7.11

Bancarrota - Corrupção : PS-Sócrates-Herança Criminosa

A dívida directa do Estado atingiu, em Junho de 2011, 99,8% (noventa e nove vírgula oito por ecnto) do P.I.B de 2010.


Herança catastrófica e criminosa do Governo Socialista - Sócrates - Máfia com Experiência na Maçonaria.

Perante isto, e adivinhando-se uma campanha orquestrada pela esquerda política (ver as declarações do Tozé Seguro) e mediática para branquear a gestão verdadeiramente mafiosa socialista e começar a deitar as culpas dos sacrifícios que somos obrigados a fazer para esta maioria, não se compreende como este Governo não diz a verdade formalmente aos Portugueses sobre a herança criminosa da "Máfia com Experiência na Maçonaria"!

Para definitivamente acabarem as dúvidas sobre a bancarrota iminente e seus responsáveis.

Em vez de serem os "media" a dar as notícias que muitas vezes são logo desculpabilizadas e alinhadas para passarem despercebidas.

E como a máfia socialista deixou a Administração Central e Empresas Públicas cheias de minas e armadilhas de lacaios do Largo do Rato, é imperioso começar a desmantelar e exonerar esses seres invertebrados, ignorantes e que nadam em luxos caprichosos para que a recuperação do País seja mais rápida e eficaz!


E com tantos exemplos de gestão ruinosa e criminosa, o que espera o Procurador - Geral da República?

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