10.1.11

Ser Português

De vez em quando, temos notícias positivas e que nos fazem pensar que pudemos ultrapassar graves crises nacionais
Mas repare-se nos comentários...

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6.7.10

Miséria de Socialismo e Socialismo de Miséria

O jornal espanhol "Expansión" publicou um estudo com um ranking dos países com mais risco de bancarrota.
Há várias curiosidades que merecem anotação relevante.
Assim, em percentagem de risco, surge em primeiro lugar,quem?-não, não é Grécia nem Portugal.
VENEZUELA! (risco de 58,4%).
Exacto: um país rico em petróleo, que, segundo os papagaios acéfalos mediáticos ocidentais, é governado pela esquerda para bem do povo!
Na realidade, quem manda é um gang corrupto, traficante de droga, sumo da incompetência, unicamente ocupado em expandir a miséria socialista na América Latina, ao lado do gang castrista cubano.
E, para isso, põe em risco a sobrevivência do País!
Em segundo lugar, sim, surge a GRÉCIA:(risco de 53%).
E em quinto lugar?
Pois, ainda não é Portugal, mas sim...,... pensem bem que não acertam!
DUBAI!(29,5%).
A opulência, o luxo, o desprezo pela miséria no Mundo, (a começar pelos irmãos palestinianos, se é que vivem na pobreza!), o tribalismo, o despesismo sem investimento, colocam o emirato num espantoso quinto lugar de risco de bancarrota!

Enfim, PORTUGAL surge em nono lugar com 23,6%.

É obra...é que há perto de duzentos países no mundo!
Os amigos socialistas de ESPANHA colocaram o país em 15º lugar com 20,7%.
Palavras para quê?
É o socialismo de miséria ou miséria de socialismo em todo o seu esplendor.

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20.6.08

Crise Veio Para Ficar

As perspectivas económicas em Portugal teimam em contrariar as previsões do Governo no Orçamento de Estado para 2008.
Depois da revisão em baixa do crescimento do PIB -por todas as instituições -agora a constatação de que a crise vem de há sete meses, conforme se pode ler aqui.
E com a queda abrupta do PIB em Espanha -com reflexo nas nossas empresas e até nos trabalhadores portugueses que iam para Espanha - aproxima-se um futuro bem negro com maior perda de poder de compra e do nível de vida.
E não se vê luz ao fundo do túnel.

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9.5.08

Difícil Ser Imigrante

Quanto custa ser imigrante !
Brasileiros e cabo-verdianos pagam três vezes mais pelos seus documentos de identificação do que um português. Ucranianos pagam dezasseis vezes mais.
O estudo “Quanto custa ser imigrante” revela que os imigrantes ucranianos em Portugal são "os mais penalizados em termos de procedimentos exigidos para acederem a certos produtos e serviços". Por exemplo, um cabo-verdiano ou brasileiro pode solicitar autorização de residência permanente, após cinco anos em Portugal, pagando 21.10 euros, os ucranianos só podem fazê-lo ao fim de oito anos e pagam 223.20 euros.Apesar de existirem serviços a que todos os cidadãos - independentemente da sua nacionalidade - acedem em condições de igualdade, a análise constatou "a existência de outros serviços onde existem grandes assimetrias", indica o documento de investigação de Edite Rosário e Tiago Santos, em parceria com o Alto-Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI). O trabalho analisou os custos económicos associados à condição de imigrante que enfrentam os cidadãos dos principais países de origem da imigração para Portugal (Brasil, Ucrânia e Cabo Verde).
Texto "ipsis verbis", com a devida vénia, do "site": Fátima Missionária

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8.5.08

Portugal em forma de estrela cadente...

era uma daquelas conversas de sempre sobre alunos, avaliação, qualidade do ensino, atribuição de culpas, a quem, de quem e por aí fora...

porque a culpa tem sido do sistema, depois dos professores, a seguir da inadequação dos programas - e esta tese defendo-a eu como uma das causas :( - dos métodos, das condições de alguns estabelecimentos de ensino, tudo certo, aceitável, correcto, plausível, seta em muge...
então explique-se, disse alguém, a razão para o baixo rendimento escolar em países como a Suiça ou França, com e só turmas de alunos portugueses... e de indisciplina, já agora.


...

sabemos desde há muito que é uma questão nacional, de mentalidade. continuamos a viver um pouco (?) à sombra - deitados? - do empreendorismo das caravelas, partidas que se foram e perdidas na memória, no tempo e enquanto justificação do presente e do futuro...

que espírito empreendedor temos nós que normalmente saímos em massa quando se trata de defender o orgulho futebolístico nacional, seiva para um sangue adormecido não sei se pela preguiça mas e certamente pelo conformismo, desilusão, cidadãos de um país com uma História recente sem quase história para contar dignamente às gerações vindouras.

as mesmas que já presentemente se desiludem a par com os adultos - e não será a mesma coisa quando pensamos em termos de futuro do País - e que, como me disse uma turma de 12º a propósito de umas eleições legislativas atrás, não votam porque não acreditam, porque não sentem confiança, não sentem que se lute por eles, incentivando-os. foi-me dito no decorrer de uma aula a própósito do discurso político-argumentativo e sobre os políticos, naturalmente.

e falava-se de algo que só agora se descobriu ser um mal geral, perigoso, preocupante... que sempre o terá sido desde há uns anos a esta parte. a este propósito diz o nosso P.R. que há que educar os jovens para esta responsabilidade, sensibilizá-los para que se (re)vejam como partes principais do processo que define o dia de amanhã.

ora, e como sempre ouvi dizer, o exemplo vem de cima e, por isso mesmo, seria talvez preferível educar os políticos e demais dirigentes nacionais e seja do que for, incentivando-os, sim, a serem eles a dar o exemplo primeiro. todos nós somos o que somos até a uma fase da nossa vida tendo por base modelos, exemplos...

onde estão eles? quem são?

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29.4.08

Previsões económicas para Portugal

As previsões económicas para Portugal, segundo o relatório da Primavera da Comissão Europeia, são negras para o país. No fundo, apenas vêm confirmar aquilo que o cidadão comum sente no seu dia a dia. Aproximando-se um ciclo eleitoral, o governo tenta passar a mensagem que a crise passou, aponta para níveis de crescimento económico impossíveis de concretizar e que organismos internacionais se encarregam de desmentir. De acordo com essas previsões, aponta-se o seguinte cenário para 2008:
- crescimento económico: 1,7 % ( o governo aposta em 2,2%);
- inflação: 2,8% (previsão do governo de 2,1);
-desemprego: 7,9%
Comparativamente, com outros países, Portugal crescerá muito menos, não se percebendo a demagogia de Sócrates quando afirma que continuaremos a convergir com a União Europeia. Com o atraso que revelamos em relação a outros, deveríamos ter um crescimento do PIB à volta dos 4-5 %, e não os valores que são esperados.
Tomemos como exemplo a Eslováquia:
- O ritmo de crescimento médio da sua economia, considerando o intervalo de 2001-2009 será de 6,1%;
- Cresceu 10% no ano passado e, para este ano, prevê-se 7%.
Segundo as estimativas da Comissão Europeia, Portugal vai ser ultrapassado, já no ano que vem, pela Estónia e Eslováquia, no ranking dos países mais desenvolvidos da Europa, e a economia não vai convergir com a média europeia.

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18.3.08

Avaliação de professores (XII)

Esta notícia apenas vem confirmar que todo o processo de avaliação foi implementado de pernas para o ar. A teimosia e cegueira da ministra a isso levaram. Começar a avaliação a todo o custo...só depois dar formação aos avaliadores e avaliados.

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17.3.08

Avaliação de professores(XI)

Quando o ministério da educação admite este processo de avaliação, as consequências podem ser estas. Ou como quem brinca com o fogo se pode queimar.

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10.3.08

A isto chama-se chantagem!

Vendo que, a cada dia que passa, se torna mais difícil implementar a avaliação de desempenho de professores, seja pela oposição dos professsores, seja pelos prazos irrealistas que impôs, a ministra da educação vem com a chantagem sobre os mais frágeis, os professores contratados. A três meses do final do ano lectivo, quer, com a razão da força, ameaçar estes docentes com a perda do posto de trabalho. Isto é, aquilo que, em situações normais, levaria um ano lectivo a realizar - a avaliação- pretende que se concentre no último período. A ler no DN.

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3.3.08

Avaliação de professores (VII)

«Como se pode avaliar professores, quando o Estado sistematicamente os "deseducou" durante 30 anos? Como se pode avaliar professores, quando o ethos do "sistema de ensino" foi durante 30 anos conservar e fazer progredir na escola qualquer aluno que lá entrasse? Como se pode avaliar professores, se a ortodoxia pedagógica durante 30 anos lhes tirou pouco a pouco a mais leve sombra de autoridade e prestígio? Como se pode avaliar professores, se a disciplina e a hierarquia se dissolveram? Como se pode avaliar professores, se ninguém se entende sobre o que devem ser os curricula e os programas? Como se pode avaliar professores se a própria sociedade não tem um modelo do "homem" ou da "mulher" que se deve "formar" ou "instruir"?
Sobretudo, como se pode avaliar professores, se o "bom professor" muda necessariamente em cada época e cada cultura? O ensino de Eton ou de Harrow (grego, latim, desporto e obediência) chegou para fundar o Império Britânico e para governar a Inglaterra e o mundo. Em França, o ensino público, universal e obrigatório (grego, latim e o culto patriótico da língua, da literatura e da história) chegou para unificar, republicanizar e secularizar o país. Mas quem é, ao certo, essa criatura democrática, "aberta", tolerante, saudável, "qualificada", competitiva e sexualmente livre que se pretende (ou não se pretende?) agora produzir? E precisamente de que maneira se consegue produzir esse monstro? Por que método? Com que meios? Para que fins? A isso o Estado não responde.
O exercício que em Portugal por estúpida ironia se chama "reformas do ensino" leva sempre ao mesmo resultado: à progressão geométrica da perplexidade e da ignorância. E não custa compreender porquê. Desde os primeiros dias do regime (de facto, desde o "marcelismo") que o Estado proclamou e garantiu uma patente falsidade: que a "educação" era a base e o motor do desenvolvimento e da igualdade (ou, se quiserem, da promoção social). Não é. Como se provou pelo interminável desastre que veio a seguir. Mas nem essa melancólica realidade demoveu cada novo governo de mexer e remexer no "sistema", sem uma ideia clara ou um propósito fixo, imitando isto ou imitando aquilo, como se "aperfeiçoar" a mentira a tornasse verdade. Basta olhar para o "esquema" da avaliação de professores para perceber em que extremos de arbítrio, de injustiça e de intriga irá inevitavelmente acabar, se por pura loucura o aprovarem. Mas loucura não falta.»
Vasco Pulido Valente, in Público

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2.3.08

Olhares...

O olhar desta senhora assusta. Mas mais grave é o teor da notícia.

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1.3.08

Comentaristas iluminados

Cada vez prefiro mais a visita a blogues que analisam a situação política do que a chamada imprensa escrita. No correio da manhã, Emídio Rangel, ex-todo poderoso da SIC e da RTP, escreve todos os sábados uma crónica laudatória da acção governativa. Neste sábado, disserta sobre a falta de credibilidade de Menezes à frente do PSD. E para exemplificar esse desvario, dá conta de uma proposta avançada por este: os médicos teriam de optar entre o serviço público e a actividade privada. Apelida-a de demagógica e populista. Está no seu direito. Tem de ser é coerente com o que tem escrito. Em tempos, ao referir-se à oposição dos professores à ministra da educação debitou o óbvio, para ele, claro
  • Os professores não queriam ser avaliados.

Agora, perante a proposta de Menezes, não disse se era justa ou injusta. Apenas acrescentou

  • O bastonário da Ordem dos Médicos já explicou publicamente a dimensão do disparate. Luís Filipe Menezes tem agora a classe médica contra si.

Ah, quanto à proposta propriamente dita, pode ser populista, mas que merece ser considerada, merece. Ninguém tem é a coragem de afrontar os médicos, acrescento eu.

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29.2.08

Sondagem tira maioria ao PS


A mais recente sondagem retira maioria absoluta ao PS, mas confirma falta de credibilidade do PSD, conforme se escreveu aqui.

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28.2.08

A agonia do PSD





No quadro político português, os dois partidos do poder são, indiscutivelmente, o PS e o PSD, com ou sem coligação. A pouco mais de um ano das eleições legislativas, muitos se interrogam sobre a sistemática manutenção do PS no primeiro lugar das intenções de voto. Apesar da política seguida pelo executivo de Sócrates, gerando descontentamento em muito eleitorado e afrontando muitos grupos e classes sociais, nunca o PSD se constituiu, aos olhos da opinião pública, como alternativa de poder.
Factores vários contribuem para que tal suceda. Um deles tem a ver com a liderança do próprio partido. Desde o último congresso social-democrata há uma bicefalia no PSD. A figura de Menezes é, frequentemente, ofuscada pela presença de Santana Lopes. Este consegue protagonismo na Assembleia da República, onde é líder parlamentar, afrontando o primeiro-ministro nos debates parlamentares e tomando iniciativas que tiram visibilidade a Menezes. Confinado a Gaia, onde se mantém como presidente da câmara, Menezes parte em desvantagem em relação a Santana Lopes, alvo mais apetecível para uma comunicação social à procura de sound-bytes.
Mas o mais grave ainda é o deserto de ideias que vem do lado social-democrata. O português comum não conhece uma única ideia que seja alternativa a Sócrates. Por exemplo, em relação à educação. Vivendo-se um período conturbado nas Escolas, não se sabe o que preconiza o PSD neste domínio. Que tem o partido a dizer do novo sistema de gestão das escolas? Que alternativa para este modelo de avaliação de professores? Zero...zero...zero...
Uma alternativa consubstancia-se na crítica ao que está errado, mas, sobretudo,na credibilidade do que se propõe. Nada disto se faz. Fazendo uma oposição casuística e, muitas vezes, contraditória (veja-se o referendo ao tratado europeu ou o pacto de justiça, bandeiras de Marques Mendes), o PSD de Menezes e de um grupelho de seguidores sem competência, caminha para uma das maiores derrotas eleitorais.
Que saibam aprender com os erros e retirar daí as devidas consequências.

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22.2.08

Avaliação de professores (VI)


(imagem via anterozoide)

Na imprensa em geral, mas também na blogosfera, muito se tem escrito sobre a avaliação de desempenho de professores. Muitas críticas referem os prazos, curtos, que o ministério estabeleceu para produzir e discutir os diversos instrumentos de avaliação. Penso que essas críticas são redutoras e podem induzir em erro. Para mim, o que está em causa é este modelo de avaliação e não os pormenores dos prazos. Porque este modelo é burocrático, injusto, inconsistente e impraticável. Também na minha escola se produziram as famosas grelhas de avaliação. Nos próximos dias, apresentarei essas propostas e verão a monstruosidade que nos querem impingir.

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15.2.08

Taxa de desemprego - 2007

O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou hoje os números do desemprego, em Portugal, relativos a 2007. Ouço as notícias de abertura das televisões. Na RTP,
  • Desemprego abrandou no 4º trimestre de 2007

Na SIC,

  • Desemprego aumentou no ano de 2007

Ambas as notícias estão correctas. Mas uma tem mais cor rosa que outra. Os dados podem ser consultados em INE.

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13.2.08

A luta continua

Por mais palavras que o governo diga - neste momento, na Assembleia da República, no debate quinzenal, o primeiro-ministro, insistiu na justiça das medidas implementadas na educação, nomeadamente a avaliação do desempenho dos professores - a luta dos professores continua e, no essencial, julgo que haverá unidade, como se demonstra pelo plenário levado a cabo,ontem, no Porto,como se pode ler na notícia do JN.
  • "Os mais de 1200 professores que, ontem, participaram num plenário do Sindicato dos Professores do Norte, no Porto, decidiram propor a realização de uma grande manifestação nacional em protesto pelas medidas legislativas recentemente tomadas pelo Ministério da Educação (ME)."

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8.2.08

À atenção da aventesma

Manuel Alegre, hoje, em entrevista ao jornal Público.
  • O que acha da política de educação?
  • Estive numa reunião, em Gaia, onde estavam muitos professores e fiquei muito impressionado com a maneira como os professores se sentem humilhados, desapossados da sua dignidade. Não se faz uma reforma nas escolas contra os professores e sem os professores ou humilhando os professores ou deixando os professores de fora da gestão ou fora das soluções, ou regressando ao papel de director, que ainda por cima pode ser alguém de fora da escola. Para já não falar do ensino superior. Fizeram coisas que põem em causa aquilo por que nos batemos nos anos 60, a autonomia, a gestão democrática.

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Médica Seis Anos de Baixa

Em Aljezur, barlavento do Algarve, uma médica do Centro de Saúde está de baixa, quase ininterrupta, há quase seis anos(!!!).
Perante o protesto das populações, a ARS do Algarve decidiu abrir um processo de averiguações.
Então a lei não é clara sobre a ilegalidade destas situações?
Como é possível passarem 6 anos sem se tomarem medidas? E ser preciso protestar?
E, entretanto, as Juntas Médicas da CGA mandam trabalhar até à morte doentes crónicos: para a médica estão cegos.
Esta vergonha não iliba o dr. Campos ( e a convencida e desumana comissão de reforma das urgências) da responsabilidade nos casos fatídicos relatados pelos media devido à cegueira do fecho das urgências.
Só vem reforçar o descontrolo, o desrespeito pelos seres humanos mais indefesos, a desorientação da política da saúde em Portugal. Ver mais em portugaldiario.

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31.1.08

Marinho Pinto

Excelente entrevista do Bastonário da Ordem dos Advogados a Judite de Sousa, na RT1. Espero que o video da entrevista fique disponível em breve para todos aqueles que não puderam assistir. Retenho uma afirmação:
  • " O Estado paga, em média 6 euros, a cada jovem advogado que faça uma defesa oficiosa."

Parte da entrevista pode ser vista neste link.

http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=323754&tema=27

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